TRANSPORTES

Na Era Varga, o transporte ferroviário predominava no Brasil. O Brasil já teve mais de 38 mil quilômetros de ferrovias. Em 1999 a sua rede foi reduzida para um pouco mais de 29 mil quilômetros, quando transportou quase 260 milhões de toneladas e carga.

Em 1860 e até 1870, houve a chamada expansão e evolução do sistema paulista de transporte. A maior parte da atual extensão ferroviária nacional encontra-se na Região Sudeste onde os estados de São Paulo e Minas Gerais têm cada um, cinco mil quilômetros de ferrovias. Tudo isso se deve as estruturas instaladas no auge da economia cafeeira.

Transportam grandes quantidades de mercadoria, com uma quantidade menor de combustível. Tudo isso faz baratear o produto final ao consumidor.
O transporte ferroviário é uma parte fundamental da cadeia logística que facilita as trocas comerciais e o crescimento econômico.

Permite o transporte de cargas de baixo valor total, em grandes quantidades, entre uma origem e um destino, a grandes distâncias, tais como: minérios, produtos siderúrgicos, agrícolas e fertilizantes e etc.

Nos EUA, o setor ferroviário corresponde a 50% da matriz de transporte, com 25% para o rodoviário e 25% para o hidroviário.
No governo de Juscelino temos incentivos as indústrias automobilísticas, mas a verdade é que o Brasil vinha optando pelo setor rodoviário ao priorizar investimentos já desde o inicio do século XX.

O governo JK optou pelo rodoviário como política de governo em grande parte para estimular a vinda de indústrias, em especial do setor automobilístico. A partir daí, o transporte rodoviário toma impulso passando a ser o sistema mais utilizado para o deslocamento de cargas e serviços. É um transporte dinâmico e ágil, sendo muito prático para percorrer pequenas distâncias.

A navegação fluvial no Brasil anda concentra-se principalmente na região Amazônica em razão do povoamento que ocorre nas margens dos rios, já que a região é dominada por uma grande bacia hidrográfica.

Já o aéreo, tem uma grande importância no transporte de passageiros. Exerce um grande papel na ligação entre lugares distantes.

Hoje é muito comum o chamado transporte que se realiza por meio de tubo (dutoviário), onde se transporta oleodutos, minerodutos, substâncias gasosas.


Os custos que muitas empresas tinham no deslocamento de pessoas com hospedagens, passagens e estadias, foram customizadas em razão do avanço tecnológico das telecomunicações e da computação. O tempo foi reduzido trazendo benefícios. Entre eles podemos citar: videoconferência, e-mail, whatsap e outros.


segunda-feira, 17 de novembro de 2014
Posted by Francisco Geo

República Popular da China / Hong Kong

Na década de 1990, a República Popular da China tem um crescimento na razão de 18%. Representa um dos maiores recordes desde o fim da Guerra Fria. Tudo isso se deve as reformas que foram iniciadas na década de 1980, como abertura econômica onde temos a entrada das multinacionais, indústrias voltadas para a exportação, porém, com uma política fechada.


Em 1997 o protetorado britânico Hong Kong, é entregue a República Popular da China. O governo chinês. Mantém status especial para esse tigre asiático, já que possui um padrão socioeconômico muito elevado se comparado ao chinês. A China possui uma estrutura altamente centralizada num único partido o PCCs. Hong Kong com sua economia capitalista apesar de incorporada ao território chinês mantém status de Região Administrativa Especial. Hong Kong deverá manter até 2047 seu sistema econômico, a moeda e um alto grau de autonomia administrativa. A China responderá pela política externa e pela defesa da região.  
Posted by Francisco Geo

Oriente Médio


Essa região marcada por uma série de conflitos:

- Revolução Islâmica no Irã – 1979
- Guerra Irã x Iraque - 1980 - 1988
- Guerra do Golfo – 1990 – 1991
- Governo talibã no Afeganistão (década de 1990)
- Invasão estadunidense ao Afeganistão (2001)
- Invasão estadunidense ao Iraque (2003)

No Irã (1979) ocorre a queda da monarquia, o Xá Reza Pahlevi é retirado do poder, caindo assim a monarquia e a ascensão dos líderes religiosos, dando início da teocracia xiita. Era a Revolução Teocrática, onde os aiatolás que representam os clérigos da mais alta posição na hierarquia do islamismo xiita.
Observamos então, a pretensão do Islã criar Estados islâmicos para que se torne uma nova força mundial. Com isso temos uma unidade entre religião e política que é denominado de fundamentalismo.

O Irã governado pelos aiatolás, sendo o mais famoso na época o Khomeini, já falecido, foi responsável por essas mudanças nesse país (Revolução Islâmica). Esse conjunto de mudanças ocorrido no Irã em 1979, acabou por provocar a queda do Xá Reza Pahlevi.

Sabemos que o Oriente Médio vive uma situação conflitosa explícita e tudo é decorrente de religiões, culturas e interesses estrangeiros por uma série de questões.
Na década de 1990, Saddam Husseuin se acha no direito de invadir o Kwait e anexá-lo, alegando razões históricas. Alegava também que o país invadido estava negociando a venda de petróleo a preço menor e assim prejudicando o país de Saddam. Pediu indenizações milionárias ao governo do Kuwait.

Assim, inicia-se mais um conflito na região sendo conhecida como a Guerra do Golfo.
Os EUA ao sofrerem com o ataque de 11 de setembro, o governo de George Walker Bush decidiram empreender uma “guerra contra ao terror”. A partir desse momento temos uma campanha política, pregando a intervenção no chamado “eixo do mal”. Nesse grupo estaria na época o líder político do Iraque Saddam Hussein.
  


A invasão do Irã sobre o Iraque resultou
O conflito nessa região já vem de longas datas. As guerras entre árabes e judeus, tiveram como causa principal o problema de uma população sem território, dos refugiados palestinos em razão da criação do Estado de Israel.

      

Posted by Francisco Geo

Atenção

O Estado de Israel foi criado pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 1948. A sua criação provocou um avalanche de conflitos constantes na região. A expansão de Israel sobre a Palestina tem um caráter geopolítico no tocante à expansão do território, fato que se cruza com questões culturais, étnicas, religiosas e históricas.

O Estado de Israel possui um farto aparato bélico. As guerras envolvidas, fez o país ocupar várias partes do território palestino como a Cisjordânia e a Faixa de Gaza que até hoje permanecem ocupadas.


O EUA, na condição de potência, sempre apoiou o Estado de Israel. A presença de um Estado forte como Israel, contribui para os interesses econômicos dos EUA na região.
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
Posted by Francisco Geo

BRICS

O BRICS é composto por cinco Países: Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

Não se trata de um bloco econômico ou uma instituição internacional, mas de um mecanismo internacional na forma de um agrupamento informal, ou seja, não registrado burocraticamente com estatuto e carta de princípios.
Em 2001, o economista Jim O´Neil formulou a expressão BRICs (com “s” minúsculo no final para designar o plural de BRIC), utilizando as iniciais dos quatro países considerados emergentes, que possuíam potencial econômico para superar as grandes potências mundiais em um período de, no máximo, cinquenta anos.
O que era, no início, apenas uma classificação utilizada por economistas e cientistas políticos para designar um grupo de países com características econômicas em comum, passou, a partir de 2006, a ser um mecanismo internacional. Isso porque Brasil, Rússia, Índia e China decidiram dar um caráter diplomático a essa expressão na 61º Assembleia Geral das Nações Unidas, o que propiciou a realização de ações econômicas coletivas por parte desses países, bem como uma maior comunicação entre eles.
 A partir do ano de 2011, a África do Sul também foi oficialmente incorporada ao BRIC, que passou então a se chamar BRICS, com o “S” maiúsculo no final para designar o ingresso do novo membro (o “S” vem do nome do país em Inglês: South Africa).
 Atualmente, os BRICS são detentores de mais de 21% do PIB mundial, formando o grupo de países que mais crescem no planeta. Além disso, representam 42% da população mundial, 45% da força de trabalho e o maior poder de consumo do mundo. Destacam-se também pela abundância de suas riquezas nacionais e as condições favoráveis que atualmente apresentam para explorá-las.
BRICS desafiam a ordem econômica internacional

Durante a V Cúpula do BRICS, em 27 de Março de 2013, os países do eixo decidiram pela criação de um Banco Internacional do grupo, o que desagradou profundamente os Estados Unidos e a Inglaterra, países responsáveis pelo FMI e Banco Mundial, respectivamente. A decisão sobre o banco do BRICS ainda não foi oficializada, mas deve se concretizar nos próximos anos. A ideia é fomentar e garantir o desenvolvimento da economia dos países-membros do BRICS e de demais nações subdesenvolvidas ou em desenvolvimento.

Outra medida que também não agradou aos EUA e Reino Unido foi a criação de um contingente de reserva no valor de 100 bilhões de dólares. Tal medida foi tomada com o objetivo de garantir a estabilidade econômica dos 5 países que fazem parte do grupo.
Com essas decisões, é possível perceber a importância econômica e política desse grupo, assim como também é possível vislumbrar a emergência de uma rivalidade entre o BRICS, os EUA e a União Europeia.

Fonte: http://www.brasilescola.com/geografia/bric.htm



Posted by Francisco Geo

Continente Africano

O continente africano possui cerca de 22% das terras emersas do planeta. Ao norte é banhado de pelo Mar Mediterrâneo e a nordeste pelo Mar Vermelho. Oeste pelo Oceano Atlântico e Oceano Índico a leste. Ao sul, é banhado pelos dois oceanos.
É cortado:
·         Trópico de Câncer
·         Linha do Equador
·         Trópico de Capricórnio.
É o segundo mais populoso dos continentes, perdendo somente para a Ásia.
No continente africano há um predomínio de atividades agrícolas. Aproximadamente 63% da população residem no meio rural. Somente 37 % moram em áreas urbanas.
O continente africano possui uma das maiores diversidades culturais do planeta.
No norte da África, predominam os povos caucasoides e semitas.
A parte da África, situada ao sul do Deserto do Saara, encontram-se os povos pigmeus, bosquímanos, hotentotes, sudaneses e os bantos.
Observamos assim uma grande diversidade que reflete numa variedade muito grande de línguas e dialetos.
O maioria dos países hoje do continente africano conheceu muito tarde seu processo de independência. Só a partir da década de 1960 é que se inicia a descolonização. Mesmo com a independência das colônias, não temos alteração em nada a realidade desses novos países. As condições precárias da população em muitas nações continuam. A independência financeira e econômica não acontece.
Hoje, observamos uma modificação no quadro geopolítico do mundo. A busca de novos mercados consumidores substitui os antigos critérios do passado. A pobreza dos países africanos parece não ser de interesse do mundo desenvolvido.
Algumas nações africanas merecem destaque. Podemos citar à África do Sul que no passado sofreu com o “apartheid”. Com o fim do “apartheid”, temos uma África do Sul com eleições presidenciais (1994), dando um grande passo contra a discriminação racial. As restrições no campo comercial até então suspensas, retornam com as entidades internacionais. É importante ressaltar que mesmo com todas as mudanças ocorridas, ainda existe uma elite branca que controla a economia e a burocracia do país. O regime instalado, permitiu a possibilidade de aproximação entre as experiências sociais e econômicas de negros e brancos.
O Sudão do Sul é o mais novo país da África. Em 9 de julho de 2011, o Sudão do Sul tornou-se um estado independente. Era uma parte do Sudão até 2011, quando se tornou independente. A capital do Sudão do Sul é Juba. O país tem 11.090.000 habitantes (estimativa de 2013) e sua área é de 644.330 km2. Está localizado entre a África Oriental e Central. A maioria da sua população é cristã e animista. O norte já tem maioria islâmica. O petróleo pode ser a sua principal fonte de renda.
A partilha da África, trouxe resultados catastróficos para o continente africano. A divisão feita pelos imperialistas da época, em nenhum momento preocupou-se com os povos aí existentes. As fronteiras traçadas pelos colonizadores não respeitavam as antigas organizações tribais. Uniu tribos inimigas, dividiu tribos. O resultado não poderia ser outro. Vejamos o caso de Ruanda, onde as etnias hutus e tutsi travaram uma guerra, que provocou a fuga de meio milhão de pessoas (refugiados). Isto sem falar no grande número de mortos.
Outra ponto importante que podemos destacar, foram os acontecimentos recentes, ocorridos em janeiro de 2011. Onda de protestos ganham espaçam nos jornais, redes sociais e rapidamente se espalham pelo norte da África e atinge outros continentes. As manifestações ganham nomes. Temos a Revolução de Lótus que tem o objetivo de derrubar o então ditador Hosni Mubarak e a Revolução de Jasmim, na Tunísia.
   
O continente africano é frequentemente dividida em cinco regiões de acordo com características geográficas e demográficas. São elas:
·         África Oriental
·         África Ocidental
·         África Setentrional
·         África Central
·         África Meridional.

-  Na África Subsaariana encontramos  os países de baixo IDH e com os maiores índices de desnutrição e propagação de epidemias. Atualmente alguns países pobres como Serra Leoa, Guiné e Libéria sofre com o Ebola.
Clima:
Equatorial ou tropical na maior parte do país, com exceção no extremo norte e extremo sul onde temos o clima temperado.
O deserto do Saara, ao norte, é uma das regiões mais áridas do planeta e ocupa um terço do território africano. Em alguns momentos encontraremos verdadeiras ilhas no meio do deserto onde encontramos água, estamos falando dos Oásis.
Fazendo um contraste a essa região, temo a bacia do Rio Nilo e nela encontram as regiões mais férteis do planeta, onde surgiu a civilização egípcia (Egito Antigo).
Sobre a vegetação africana podemos afirmar que se constitui basicamente de savanas, que lembra os Cerrados brasileiros e as florestas equatoriais onde se encontra uma grande variedade de animais.
 Nas savanas encontram-se os animais de porte maiores em razão de serem constituídas de árvores esparsas.
Depois da Floresta Amazônica, encontraremos na África, a segunda maior floresta equatorial do planeta.
Atualmente o processo desmatamento das áreas verdes tem se acelerado iniciando assim o processo de desertificação.
O Kilimanjaro é o ponto mais alto da África com 5.895m.
Relevo:
É formado em sua maior parte por rochas antigas. O continente pode ser dividido em duas porções: a norte-ocidental, de formas mais baixas, e a sul-oriental, de topografia mais elevada.
Além dos planaltos, o relevo apresenta extensas áreas de depressões, onde se instalam os desertos continentais.
Apesar de os grandes planaltos dominarem a África, há algumas cadeias de montanhas no continente. Entre elas duas merecem destaque: Cadeia do Atlas e Cadeia do Drakensberg.
Hidrografia
A África possui rios importantes e caudalosos, porém, sua hidrografia é bem distribuída pelo continente.  Seus rios são mal distribuídos por conta da presença de diversas áreas de clima desértico, o que agrava a situação de seca e escassez de água em várias localidades do continente.
Na região do Saara existem muitos rios temporários, também conhecidos como intermitentes, pois o fluxo desses rios diminui no período mais seco até cessar completamente.
Apenas o rio Nilo, o segundo maior do mundo em extensão, com cerca de 6.700 km, não perde o seu fluxo no percurso do deserto para o mar.
O Nilo nasce na região equatorial próxima da floresta Nyungwe, em Ruanda. Por desaguar no Mar Mediterrâneo, formando um imenso delta, ele foi historicamente aproveitado para a irrigação e a agricultura.


Posted by Francisco Geo

ENEM 2014

ENEM 2014

http://g1.globo.com/educacao/enem/2014/videos/
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
Posted by Francisco Geo

Quem sou eu

Formado pela Universidade Federal Fluminense (UFF)(Licenciatura), Bacharel em Geografia pela Universidade Federal Fluminense (UFF), Curso de extensão em O&M pela Fundação Getúlio Vargas, Pós-graduado em gestão ambiental pela Ferlagos, Professor da rede estadual do Estado do Rio de Janeiro e da rede particular, professor de curso preparatório militar, cursos pré-vestibular.

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