Segundo Ano

·      Conurbação: é um termo usado para designar um fenômeno urbano que acontece a partir da união de duas ou mais cidades/municípios, constituindo uma única malha urbana, como se fosse somente uma única cidade. 

·         Nos países subdesenvolvidos quando suas lavouras são mecanizadas acabam dispensando a mão de obra que se deslocam para as cidades causando uma série de problemas sociais como inchaço das cidades, problemas de moradias, aumento da economia informal. Nos países desenvolvidos a mecanização também libera a mão de obra.

·         Processo de urbanização do Brasil: foi acelerado o que também resultando na formação de favelas, com uma infraestrutura decadente além, da violência urbana.  A segregação residencial no espaço urbano é consequência de um espaço/mercadoria cujos valores de uso e de troca definem as formas de apropriação e de luta pelo direito de morar na cidade. Terras vazias à espera de valorização pela especulação imobiliária são uma das causas da população de baixa renda não ter acesso à moradia decente.  A reforma urbana é um bem necessário, já que poucos têm acesso à infraestrutura e aos serviços públicos urbanos.

·         Nos países pobres o êxodo rural é uma das causas do processo acelerado de urbanização. Típico de países de industrialização tardia. É comum nos países pobres o surgimento de loteamentos clandestinos, invasões de áreas verdes, propriedades particulares pelos sem tetos.

·         Megacidade é o termo utilizado para se definir uma cidade que sedia uma aglomeração urbana com mais de dez milhões de habitantes e que esteja dotada de um rápido processo de urbanização. 

·         Cidades globais (ou cidades de classe mundial) são cidades que possuem um razoável grau de influência em nível mundial. Algumas características básicas de cidades globais são: influência e ativa participação em eventos internacionais. Por exemplo, a cidade de Nova Iorque sedia a ONU, e em Bruxelas se encontra a sede da OTAN e da União Europeia. Aeroportos ligados aos grandes centros urbanos mundiais, um sistema avançado e eficiente de transportes. Possui sedes de grandes companhias, como conglomerados e multinacionais. Tem bolsa de valores que possua influência na economia mundial. 

·         Desemprego Estrutural é consequência das mudanças estruturais na economia, tais como mudanças nas tecnologias de produção ou nos padrões de demanda dos consumidores (uma vez que a mudança de gostos pode tornar obsoletas certas profissões). No tocante às mudanças tecnológicas, basta pensarmos como exemplo uma montadora de veículos que, ao promover a automatização de sua produção, dispensa inúmeros trabalhadores agora desnecessários diante a capacidade de robôs.




segunda-feira, 23 de junho de 2014
Posted by Francisco Geo

3001/3002 Atentos


  • Apesar das guerras fiscais entre os estados e municípios, em busca de atrair empresas oferecendo incentivo fiscais, propriedades, fácil acesso a matérias primas, isenção de impostos durante um determinando período, percebemos claramente uma concentração industrial na região sudeste. Evidenciando ainda desigualdades sociais e econômicas que sempre foram as marcas da evolução política e econômica do país.
  • A grande concentração de indústrias provocou uma concentração maior de trabalhadores o que vem a fortalecer os sindicatos, que promovem greves onde buscam melhores salários e condições de trabalho. Ocorre também uma valorização maior das áreas urbanas, impostos elevados. Temos o problema de trânsito caótico. Esses fatores em parte justificam a saída de muitas empresas para o interior do país, ocorrendo assim o processo de descentralização.
  • O crescimento industrial força o país a investir em energia. A população brasileira sofreu em 2001, pois foi obrigada a mudar seus hábitos de consumo de energia de forma drástica. A razão foi o risco eminente de corte de energia elétrica em todo o país, um fenômeno que ficou conhecido como apagão. Tudo isso causado na época pela a ausência de investimento e planejamento no setor energético. Esse fenômeno ficou conhecido como apagão. Não podemos deixar de lembrar que grande parte da nossa energia provém das hidrelétricas que nesse período sofria com a estiagem.
  • A construção de usinas hidrelétricas acaba provocando a retirada das populações das áreas atingidas trazendo impactos sociais e o desligamento das raízes culturais. Resultam também em movimentos dos que foram atingidos pelas barragens. Lembrando que a construção de hidrelétricas recai na necessidade em vista de crises energéticas que estão previstas para as próximas décadas.
  • No governo do General Ernesto Geisel, há 34 anos, o governo do Brasil e da Alemanha firmaram um programa de cooperação nuclear. Essa fonte energética é responsável por muita polêmica e desconfiança como a falta de segurança, a destinação do lixo atômico, além da possibilidade de acontecerem acidentes nas usinas , geram a reprovação da utilização da energia nuclear por grande parte da população. O risco de poluição ambiental seria o principal problema. Alguns acidentes em usinas nucleares já aconteceram.  
  • A crise energética da década de 1970, fez com que o nosso país procurasse alternativas, o que resultou no Proálcool, um programa genuinamente brasileiro e um exemplo de importante fonte de energia, proveniente da biomassa.
  • OPEP – Organização dos Países Exportadores de Petróleo foi criada em 1960 pelos países que exportam tal produto. A partir desse momento ocorre uma administração centralizada em cima de uma política petroleira das nações envolvidas. Temos então a manipulação da produção onde se estabelece cotas de produção e assim reduzindo a disponibilidade no mercado internacional, o que resulta nos altos preços.
  • A partir do anos 90, o Brasil adota um modelo econômico permitindo a privatização e a abertura comercial. Essa década é marcada pelo processo de privatização de um conjunto de empresas estatais como o sistema Telebrás incluído no programa neoliberal do Senhor Fernando Henrique Cardoso. A venda das empresas estatais foram feitas através de leilões na Bolsa de Valores.
  • No governo de Itamar Franco que tinha como ministro da fazenda FHC,  cria  o Plano Real. Sua política se baseava na redução de gastos públicos e aumento dos impostos como forma de controlar as contas do governo, criação da Unidade Real de Valor (URV) como forma de desindexar a economia, até então indexada pelos índices de inflação, criação de uma nova moeda forte: o real (R$), aumento das taxas de juros e aumentos dos compulsórios (dinheiro que os bancos devem recolher junto ao Banco Central). 
  • Estas medidas tinham como objetivo reduzir o consumo e provocar a queda da inflação. Temos a redução dos impostos de importação para aumentar a concorrência com os produtos nacionais, provocando a redução dos preços. Ocorre o controle cambial, mantendo o Real valorizado diante ao Dólar. Esta medida visava estimular a importação e aumentar a concorrência interna, controlando o aumento dos preços dos produtos nacionais.
  • Com o fim da ditadura militar, temos a formação de um Colégio Eleitoral onde o escolhido foi Tancredo Neves. Com a morte de Tancredo o vice assume: Sarney. Com o fim de seu mandato, o povo elege Collor de Mello que utiliza muito da sua imagem através de um forte esquema de propaganda para convence os eleitores que um novo país surgia. Foi um governo turbulento. Tentou controlar a inflação confiscando os depósitos bancários. Prejudicou milhares de brasileiros provocando desemprego e recessão econômica. Foram anos difíceis.
  • Pior do que isso acredita que tenha sido o chamado período do “Milagre Brasileiro”. O país apresenta altas taxas de crescimento mas seus efeitos para a população foram outros como internacionalização da economia e concentração de renda. O período era marcado com frases como: "Primeiro, é preciso fazer o bolo crescer, para depois dividi-lo" e "Agora é a hora de apertar o cinto". Tudo isso resultou ainda mais numa desigualdade social, num abismo enorme. A distância entre pobres e ricos aumentaram. Anos terríveis. Como meu pai sofreu.





    


Posted by Francisco Geo

Atenção Terceiro Ano - Sagrado - UERJ


Questão -1 
A proporção entre a população e a superfície territorial é um dos elementos que define a relação entre sociedade e espaço. Observe os dados informados abaixo:
De acordo com a tabela, o país mais povoado é a:
(A) China
(B) França
(C) Holanda
(D) Argentina

Alternativa correta: (C)
Eixo interdisciplinar: Sociedade, Tempo e Espaço
Item do programa: Aplicação das categorias espaço e tempo nas Ciências Humanas
Subitem do programa: A relação espaço geográfico/espaço social
Objetivo: Discriminar país com maior densidade demográfica.
Comentário da questão:
O povoamento relativo de um espaço pode ser expresso por um dado médio, conhecido como densidade demográfica. Ela é o resultado do cálculo no qual a população absoluta do território é dividida por sua superfície, normalmente expressa em quilômetros quadrados. No cálculo dessa razão para os países indicados na tabela, a Holanda destaca-se como a nação com maior população em relação ao espaço nacional, por apresentar uma densidade demográfica de 392 habitantes/km2, enquanto a China tem 137 habitantes/km2, a França 112 habitantes/km2, e a Argentina 14 habitantes/km2.
Questão 2 
A despeito das taxas de fecundidade apresentadas, a estabilidade demográfica, projetada para vários países desenvolvidos em 2050, baseia-se em fenômenos atuais, com destaque para:
(A) redução da natalidade, estabelecida pela maior expectativa de vida
(B) expansão da mortalidade, provocada pelo envelhecimento dos grupos etários
(C) deslocamento populacional, condicionado pelas disparidades socioeconômicas
(D) demanda por mão de obra qualificada, favorecida por políticas governamentais

Alternativa correta: (C)
Eixo interdisciplinar: Sociedade, Tempo e Espaço
Item do programa: Dinâmica populacional no mundo e no Brasil, ao longo do processo histórico
Subitem do programa: Migrações e seus impactos socioculturais
Objetivo: Explicar tendências do crescimento demográfico em países desenvolvidos na atualidade.
Comentário da questão:
O gráfico apresenta projeções para a redução da população de diversos países, tendo em vista suas taxas de fecundidade. Todos os países relacionados possuem essas taxas situadas abaixo do índice de reposição, contudo, boa parte deles – França, Holanda, Inglaterra, Suécia, Suíça, Áustria e Espanha – não deverá ter suas populações reduzidas em 2050. No contexto atual da globalização econômica, em especial da integração de espaços como a comunidade europeia, a estabilidade demográfica é derivada das migrações e deslocamentos populacionais, motivadas por situações políticas, mas também pelas disparidades socioeconômicas, que potencializam a busca de oportunidade de emprego e de melhoria da qualidade de vida.
Questão 3

A ampliação do uso de fontes de energia renováveis e não poluentes representa uma das principais esperanças para a redução dos impactos ambientais sobre o planeta.
Considerando os gráficos, a distribuição espacial da produção instalada das energias eólica e fotovoltaica é explicada sobretudo pela seguinte característica dos países que mais as utilizam:
(A) matriz elétrica limpa
(B) perfil climático favorável
(C) densidade demográfica reduzida
(D) desenvolvimento tecnológico avançado

Alternativa correta: (D)
Eixo interdisciplinar: Sociedade, Tempo e Espaço
Item do programa: A relação sociedade-natureza e suas dinâmicas
Subitem do programa: Técnica e sustentabilidade ambiental na sociedade contemporânea
Objetivo: Explicar o padrão espacial global de distribuição das usinas geradoras de energia solar e eólica.
Comentário da questão:
A energia solar e a energia eólica fazem parte do rol de fontes alternativas aos combustíveis fósseis, principalmente em virtude de duas características: elas são renováveis e não emitem gases poluentes durante o processo de geração. O fator que representa um limite para sua maior disseminação mundial é o alto custo tecnológico de seu desenvolvimento e utilização. Nos dois mapas, estão representados os países com produção mais relevante de energia elétrica a partir dessas duas fontes. Nota-se que a utilização de ambas é mais significativa em países ricos e com nível tecnológico avançado, e não necessariamente em países com as condições naturais mais favoráveis. No caso da energia solar fotovoltaica, os países com clima desértico seriam naturalmente mais favorecidos para geração a partir da incidência solar do que a Alemanha e o Japão, os dois países com maior capacidade instalada dessa fonte, em 2004. No caso da fonte eólica, o predomínio da Europa Ocidental e dos Estados Unidos não é explicado por nenhum fator natural que privilegie esses espaços. Uma exigência para a construção de parques eólicos, por exemplo, é a disponibilidade de espaço, atributo que não é abundante na Europa Ocidental, que é densamente povoada.
Questão 4
  
A descontinuidade espacial das áreas de influência dessas duas metrópoles meridionais tem como principal explicação a existência de:
(A) fluxos de migrantes da região Sul para outras regiões
(B) filiais de indústrias gaúchas e paranaenses dispersas pelo país
(C) redes de transporte rodoviário com origem nos estados sulistas
(D) matrizes de bancos curitibanos e porto-alegrenses e agências em outros estados

Alternativa correta: (A)
Eixo interdisciplinar: Sociedade, Tempo e Espaço
Item do programa: Expansão urbana no mundo e no Brasil contemporâneo
Subitem do programa: Hierarquias, territorializações, formas espaciais e dinâmicas sociais da urbanização
Objetivo: Explicar a descontinuidade espacial das atividades polarizadoras das metrópoles do Brasil Meridional.
Comentário da questão:
A configuração espacial da área de influência de uma metrópole revela muito a respeito das atividades econômicas e dos vínculos socioespaciais que ela estabelece com as demais cidades da rede urbana que ela polariza. A área de influência ou polarizada por uma metrópole é função da intensidade e da frequência com que os habitantes das áreas polarizadas recorrem às atividades terciárias da metrópole. No caso das metrópoles da região Sul do Brasil, uma característica dessa configuração destacada no mapa é a descontinuidade espacial das áreas de influência tanto de Curitiba quanto de Porto Alegre. Essa descontinuidade, associada ao conhecimento da diáspora migratória de paranaenses e gaúchos acompanhando a expansão da fronteira agrícola nacional, permite relacionar a migração com a localização dos espaços de influência das duas metrópoles. Essa relação é perceptível pela localização de diversos fragmentos espaciais das áreas polarizadas pelas metrópoles meridionais em territórios de vários estados das regiões Centro-Oeste e Norte. Esses espaços tornaram-se os principais destinos dos migrantes gaúchos e paranaenses nas últimas décadas, principalmente em virtude da disponibilidade de terras baratas.
Questão 5
A realidade sociolinguística no Brasil atual resultou de um conjunto variado de experiências históricas.
No contexto das heranças da colonização portuguesa, a situação atual das línguas indígenas, apresentada no texto, decorre diretamente do seguinte fator:
(A) extensão territorial
(B) miscigenação racial
(C) assimilação cultural
(D) dispersão populacional
 Alternativa correta: (C)
Eixo interdisciplinar: Política, Cidadania e Cultura
Item do programa: Processo sócio-histórico de constituição da sociedade brasileira
Subitem do programa: Heranças coloniais, hierarquias e exclusões sociais
Objetivo: Explicar a situação linguística na sociedade brasileira na atualidade com base nas heranças da colonização portuguesa na América.
Comentário da questão:
Como em outras regiões colonizadas pelos europeus, entre os séculos XVI e XVIII, aspectos étnico-culturais variados da formação da sociedade brasileira tembém decorrem de particularidades dessa experiência histórica. A realidade sociolinguística, por exemplo, evidencia, em suas principais características, muitas das marcas das heranças da colonização portuguesa. Isso se manifesta no fato de o português ser a língua oficial e, especialmente, no desaparecimento de grande parte das línguas faladas pela numerosa população de ameríndios dos tempos coloniais. Por meio da catequese e de outras práticas de assimilação e de controle, as populações ameríndias foram aculturadas, ocasionando a expressiva redução, como indicado no texto, do número de línguas indígenas faladas no Brasil de hoje.
Questão - 6
A agricultura norte-americana é organizada de acordo com o modelo empresarial, o que torna o espaço agropecuário do país fortemente vinculado à lógica econômica.
O principal fator locacional que explica a posição do Dairy Belt é a presença de:
(A) sistema universitário desenvolvido
(B) mercado consumidor urbano expressivo
(C) rede de transporte propícia à exportação
(D) topografia plana favorável à mecanização

Alternativa correta: (B)
Eixo interdisciplinar: Economia, Trabalho e Tecnologia
Item do programa: Agentes econômicos do capitalismo e a organização do espaço
Subitem do programa: Organização socioespacial da agropecuária e as novas interações urbano-rurais
Objetivo: Discriminar fator locacional relacionado a determinada organização do espaço agrário norte-americano.
Comentário da questão:
No capitalismo, a localização de uma determinada atividade econômica é essencial para a viabilidade do processo de reprodução ampliada do capital. No caso da agricultura empresarial norte-americana, essa afirmativa é particularmente verdadeira e, por isso, a especialização espacial sempre foi um de seus atributos mais marcantes, ainda que hoje essa característica não seja mais tão acentuada quanto o foi no passado. O Dairy Belt, ou cinturão dos laticínios, está localizado no nordeste dos Estados Unidos. Considerando-se o caráter perecível desse tipo de produto e os altos custos de transporte e estocagem resultantes dessa condição, o fator locacional mais importante para essa atividade é a proximidade do mercado consumidor. Como o nordeste estadunidense reúne a maior concentração de aglomerações urbanas do país, inclusive duas megalópoles – uma de Boston a Washington e outra de Chicago a Pittsburg –, é compreensível o grande número de fazendeiros dedicados à pecuária leiteira nessa porção do país, como demonstra o mapa.
Questão - 7
Ocupadas pelos britânicos a partir da década de 1830, ainda hoje, como mostra a reportagem, as ilhas mencionadas são alvo de disputas entre Reino Unido e Argentina.
A polêmica sobre o controle dessas ilhas é acentuada, na atualidade, pela seguinte característica da sociedade local:
(A) persistência das rivalidades entre as etnias latinas e europeias
(B) isolamento da economia em contexto de globalização capitalista
(C) vigência de costumes em oposição aos ideais pan-americanistas
(D) valorização do nacionalismo por meio da defesa da identidade cultural

Alternativa correta: (D)
Eixo interdisciplinar: Política, Cidadania e Cultura
Item do programa: Aplicação de conceitos na análise das relações entre política, cidadania e cultura
Subitem do programa: Nação, nacionalismo, globalização, soberania, Estado
Item do programa 2: Relações internacionais no mundo contemporâneo
Subitem do programa 2: Estado, território e fronteira nas políticas nacionais
Objetivo: Descrever característica da sociedade local relacionada à disputa entre Reino Unido e Argentina pelo controle das Ilhas Malvinas (Falkland Islands).
Comentário da questão:
A presença britânica nas Ilhas Malvinas remonta às disputas territorias do período das lutas de emancipação das colônias ibero-americanas. Naquele momento, década de 1830, a região seria estratégica para os interesses comerciais ingleses. Na década de 1980, e também na atualidade, esse caráter estratégico das Malvinas, que são passagem para a Antárdida e possibilitam acesso a riquezas minerais, garante, em parte, a continuidade das disputas anglo-argentinas. Na época da guerra, entre abril e junho de 1982, o governo argentino mobilizou a população por meio de denúncias contra a interferência imperialista inglesa nas ilhas. A derrota da Argentina acentuou a crise política naquele país e garantiu a posse das Falkland pelo Reino Unido. Na atualidade, a valorização do nacionalismo ainda alimenta as rivalidades. O governo do Reino Unido, para justificar a posse, enfatiza os laços de identidade cultural manifestos no cotidiano da sociedade local, mencionados no texto: presença da Igreja Anglicana e status da língua inglesa como língua oficial.
Questão - 8 
Os diferentes modelos produtivos de cada momento do sistema capitalista sempre foram o resultado da busca por caminhos para manter o crescimento da produção e do consumo.
A crítica ao sistema econômico presente na letra da canção está relacionada à seguinte estratégia própria do atual modelo produtivo toyotista:
(A) aceleração do ciclo de renovação dos produtos
(B) imposição do tempo de realização das tarefas fabris
(C) restrição do crédito rápido para o consumo de mercadorias
(D) padronização da produção dos bens industriais de alta tecnologia
Alternativa correta: (A)
Eixo interdisciplinar: Economia, Trabalho e Tecnologia
Item do programa: Agentes econômicos do capitalismo e a organização do espaço
Subitem do programa: Industrialização, capitalismo e seus modelos produtivos
Objetivo: Identificar característica do atual modelo produtivo capitalista.
Comentário da questão:
O conceito de modelo produtivo no capitalismo foi elaborado para ajudar a compreensão das particularidades desse modo de produção em cada momento de sua história. O capitalismo é um sistema econômico baseado na expansão contínua da produção e do consumo, necessária para que o sistema não entre em crise. O modelo toyotista ou pós-fordista é a mais recente forma de organização do capitalismo para tentar viabilizar a meta do crescimento econômico ilimitado. A letra da canção “3ª do plural” remete à lógica da aceleração do consumo, dirigida pelos agentes do capitalismo. Isso é perceptível nos versos “Corrida pra vender cigarro”; “Corrida pra vender os carros”; “Eles querem te vender, eles querem te comprar”. Particularmente revelador dessa estratégia do capitalismo toyotista é a denominada “obsolescência programada”: trata-se da prática fortemente disseminada de reduzir o tempo médio de vida útil dos produtos para forçar a sua renovação o mais rapidamente possível, por meio da aquisição de um modelo novo. Isso pode ser alcançado tanto por fatores objetivos – por exemplo, a redução da durabilidade material –, quanto por fatores subjetivos – por exemplo, a alteração dedesign. Configura-se assim a suprema síntese da estratégia de acelerar o ciclo de renovação dos produtos pelos consumidores para viabilizar níveis crescentes de produção.
Questão - 9 
Entre a posse do presidente João Goulart, em 1961, e a abertura política, iniciada em 1979-1980, a economia brasileira enfrentou conjunturas de crise e de prosperidade, perceptíveis nas variações dos índices econômicos apresentados na tabela a seguir.
As particularidades do período conhecido como “Milagre Econômico” foram caracterizadas por:
(A) redução das taxas de inflação e crescimento do PIB
(B) incremento da dívida externa e retração das importações
(C) estagnação das exportações e manutenção das taxas de inflação
(D) estabilização da balança comercial e diminuição da dívida externa

Alternativa correta: (A)
Eixo interdisciplinar: Política, Cidadania e Cultura
Item do programa: Processo sócio-histórico de constituição da sociedade brasileira
Subitem do programa: Dependência e desenvolvimento econômico
Objetivo: Discriminar características do desenvolvimento econômico brasileiro no período do “Milagre Econômico” (1968-1973).
Comentário da questão:
Entre os aspectos da conjuntura de crise que afetou o governo de João Goulart (1961-1964), destacou-se a escalada inflacionária e o quadro recessivo da economia. Os dirigentes que assumiram o poder executivo federal em abril de 1964 priorizaram, entre outras ações, a reversão dessa situação econômica. Ampliaram-se os investimentos estatais, facilitou-se a entrada de capitais estrangeiros e instauraram-se mecanismos de estabilização do valor da moeda nacional. A partir de 1968, como indicado na tabela, um dos resultados mais expressivos dessas medidas manifestou-se nos elevados índices do PIB e também na contenção da inflação na casa dos 20% ao ano. O governo divulgava esse quadro de crescimento em suas propagandas como um milagre econômico, escamoteando, em parte, as medidas derivadas desse tipo de orientação: a elevação da dívida externa, a facilitação dos mecanismos de crédito e o controle dos salários.
Questão - 10
O nível de concentração de renda em uma sociedade capitalista relaciona-se com as doutrinas econômicas que fundamentam as ações do Estado. Observe, no gráfico abaixo, a variação da participação da população que constitui o 1% mais rico na renda total nos Estados Unidos.
 
Nos Estados Unidos, as doutrinas que predominaram na orientação das políticas públicas nos períodos de 1930 a 1980 e de 1980 a 2009 foram, respectivamente:
(A) liberalismo – estatismo
(B) estruturalismo – classicismo
(C) fisiocratismo – institucionalismo
(D) keynesianismo – neoliberalismo

Alternativa correta: (D)
Eixo interdisciplinar: Economia, Trabalho e Tecnologia
Item do programa: Agentes econômicos do capitalismo e a organização do espaço
Subitem do programa: Estado, planejamento e regulação da economia
Objetivo: Discriminar doutrinas orientadoras da política econômica norte-americana no século XX.
Comentário da questão:
Nos últimos oitenta anos, tem-se assistido ao embate entre duas grandes doutrinas da teoria econômica: a dos liberais ou neoclássicos, que advogam um grau reduzido de intervenção do Estado sobre a vida econômica e social, e a dos keynesianos (com todas as correntes dele derivadas), que defendem o Estado regulador, inclusive no campo da proteção social ao trabalhador. A leitura do gráfico permite associar o nível de concentração de renda ao predomínio de cada uma dessas doutrinas na orientação das políticas públicas norte-americanas. No período de 1930 a 1980, verifica-se a melhoria da distribuição da riqueza no país, momento que coincide com as políticas de linha keynesiana do New Deal, de Roosevelt, a partir de 1933. Já a fase de reversão dessa tendência é iniciada em 1980, com a ascensão de Ronald Reagan à presidência, dando início a sequência de políticas de linha neoliberal que predominaram nas últimas décadas, cuja única exceção foi o governo democrata de Bill Clinton.
Questão - 11
Alexandre Marcondes Filho foi ministro do trabalho do governo de Getúlio Vargas, entre 1941 e 1945. Seu texto, impresso nas carteiras de trabalho, reflete as políticas públicas referentes à legislação social que vinha sendo implementada naquela época.
Duas características dessa legislação estão indicadas em:
(A) garantia da estabilidade de emprego / liberdade de associação
(B) previsão de assistência médica / intensificação do controle sindical
(C) proibição do trabalho infantil / regulamentação do direito de greve
(D) concessão de férias remuneradas / qualificação do trabalhador rural

Alternativa correta: (B)
Eixo interdisciplinar: Economia, Trabalho e Tecnologia
Item do programa: Relações de trabalho no mundo moderno
Subitem do programa: Relações trabalhistas e mercado de trabalho no mundo globalizado, informalidade, marginalidade social e formação profissional na contemporaneidade
Objetivo: Identificar características da legislação social implementada durante o Governo Vargas (1930-1945).
Comentário da questão:
Entre as muitas transformações realizadas durante o governo de Getúlio Vargas, destaca-se a criação do Ministério do Trabalho, da Indústria e do Comércio. Esse órgão foi o responsável, entre outras atribuições, pela maior presença do poder de Estado nos conflitos entre capital e trabalho. Institui-se, então, paulatinamente, entre 1931 e 1945, um conjunto de leis reguladoras dos direitos e deveres dos trabalhadores urbanos, empregados no comércio e na indústria: delimitação da jornada de trabalho, férias remuneradas, previsão de assistência médica para acidentes, regulamentação do trabalho feminino e infantil. Em pararelo, o governo controlava os sindicatos, no sentido de que apenas os que fossem reconhecidos pelo MTIC poderiam usufruir dos benefícios trabalhistas. A carteira de trabalho, como registrado no seu texto de abertura, no momento de sua criação, representou símbolo maior de ações do governo assentadas na perspectiva de beneficiar o trabalhador de áreas urbanas, restringindo contudo a autonomia dos sindicatos.


sábado, 31 de maio de 2014
Posted by Francisco Geo

Rio de Janeiro

- Segunda maior economia do Brasil. Possui um forte um parque industrial e uma certa potencialidade no turismo. A cidade do Rio de Janeiro sustenta o título de “a cidade maravilhosa”. É conhecida internacionalmente.
Sua economia é diversificada:
- o parque industrial é composto de indústrias metalúrgicas, siderúrgicas, químicas, de alimentos, mecânicas, editorial e de celulose.
- a principal atividade econômica do Estado do Rio de Janeiro está ligada ao setor terciário e essencialmente à prestação de serviços, a menor participação produtiva é a agropecuária na composição do PIB (Produto Interno Bruto) estadual.
- abriga sedes de importantes empresas como a Tim, Oi, Telemar, Embratel, Intelig e Vésper.
No seguimento de vendas no varejo abriga a sede de lojas como Lojas Americanas, Blockbuster, Americanas.com e Submarino, todas do mesmo grupo.
- no setor industrial, a produção envolve segmentos da metalurgia, siderurgia, gás-química, petroquímica, naval, automobilística, audiovisual, cimenteira, alimentícia, mecânica, extração de petróleo entre outros.
- na produção de petróleo estão estabelecidas sedes de grandes empresas ligadas ao setor como Shell, Esso, Ipiranga, El Paso etc.
 Agropecuária:
- não é expressivo em produção nem em área cultivada, isso por que não houve o processo de modernização e mecanização agrícola, como ocorreu em outros Estados brasileiros. Mesmo com os impedimentos produtivos do setor agropecuário, o Estado se destaca na produção de cana-de-açúcar, além de mandioca, tomate, arroz, feijão, milho, batata, laranja e banana.
No extrativismo ocupa um lugar de destaque na extração de sal, calcário, dolomita e mármore e especialmente de petróleo, responsável por grande parte da produção nacional.
Principais produtos de exportação:
Petróleo: 44,8%.
Combustíveis: 17,5%.
Siderúrgicos: 13%.
Petroquímicos: 3,6%.
Metais não ferrosos: 2,8%.
Veículos e peças: 2,1%.
Participação no PIB nacional: 11,2%.
Tivemos um  um avanço significativo do PIB extrametropolitano nos últimos dez anos.
Os cinco municípios com maior PIB no estado:
Volta Redonda e Macaé, localizados em duas regiões cujos ritmos de crescimento econômico são os maiores responsáveis pela desconcentração espacial da economia fluminense, o Vale do Paraíba e o Norte Fluminense.
- Vale do Paraíba: crescimento se deve ao avanço industrial da região, especialmente nos setores metalúrgico, mecânico e automobilístico.
- Norte Fluminense: expansão das atividades de apoio à extração do petróleo nas áreas marinhas da bacia sedimentar de Campos.

- Grandes investimentos industriais recentes ou que estão em andamento no estado do Rio de Janeiro tem sua localização na região metropolitana. Exemplos: Siderúrgica do Atlântico (do grupo alemão Thyssen), da ampliação da siderúrgica COSIGUA (Grupo Gerdau), da nova fábrica da Michellin, todos na Zona Oeste carioca, do COMPERJ, complexo petroquímico da Petrobrás, em Itaboraí, do Pólo Gás-Químico, em Duque de Caxias, dentre outros.
- O Rio de Janeiro importa grande parte dos gêneros alimentícios que consome, e essa debilidade rural é uma das explicações para a relativa fragilidade da rede urbana estadual, quando comparada a de outros estados do Centro-Sul do país. Esse pouco desenvolvimento do setor agropecuário do estado também explica o dinamismo relativamente baixo do interior fluminense.
- Cinturão Verde
Setor agropecuário, merecem destaque o decadente cultivo da cana-de-açúcar no Norte Fluminense e a produção de hortigranjeiros na Região Serrana, esta última como parte do "Cinturão Verde" que abastece a área metropolitana.
Setor terciário é o grande destaque da economia fluminense, especialmente da sua capital, sendo responsável pela maior parte do PIB estadual. 
- O turismo é uma atividade de grande importância, em particular para as regiões Metropolitana, das Baixadas Litorâneas, Serrana e da Costa Verde. Os setores financeiro, educacional, comercial, de transportes e comunicações completam o conjunto das atividades.

Fontes: pt.wikipedia;               
http://
www.revista.vestibular.uerj.br/artigo/artigo.php?seq_artigo=5.


quarta-feira, 28 de maio de 2014
Posted by Francisco Geo

Fiquem de olho - UERJ

Vamos destacar alguns temas que poderá ser abordado pela UERJ. Temas que podemos destacar:
  • Rio de Janeiro
  • Urbanização
  • EUA
  • Meio Ambiente
  • Agronegócio 
  • China
  • Cartografia
  • Organizações supranacionais
  • A questão da Crimeia.
  • Nelson Mandela - (Apartheid - 20 anos)
  • A morte do Hugo Chavez
  • A Guerra Civil na Síria
Dicas: Pesquise site como Veja; G1; BBC Brasil; Le Monde. Reveja as questões da UERJ.




Posted by Francisco Geo

ATENÇÃO SEGUNDO ANO


  • Existe dentro de uma rede urbana suas hierarquias. As cidades consideradas importantes tem o poder de comandar outras cidades. Exercem suas influências. Observamos a cidade do Rio de Janeiro e a cidade de São Paulo. Tais cidades são consideradas metrópoles nacionais por exercerem grande influência em outras cidades do país.
  • Muitas cidades de países subsdesenvolvidos sofrem com o inchaço urbano resultante da forte migração do campo para a cidade, o chamado Êxodo Rural. No Brasil o êxodo rural têm contribuído para o inhaço urbano das cidades resultando em problemas sociais. O êxodo rural é considerado a maior causa da urbanização do século XIX e século XX. O responsável  pelo êxodo rural foi a evolução das técnicas agrícolas.
  • Sobre o sítio urbano podemos afirmar que se refere a localização topográfica da construção da cidade. O local onde foi construída é o sítio urbano.
  • A urbanização requer um devido planejamento. Quando o planejamento não ocorre, observamos uma série de problemas como de ordem ambiental e social. O próprio inchaço urbano é um exemplo. A cidade não comporta toda essa população. Falta moradia, o sistema de esgoto não atende a todos, ou seja não há infraestrutura, temos o aumento da violência, poluição, desemprego, sistema de saúde é precário, a educação deixa a desejar, alguns bairros não tem saneamento básico. Os problemas são muitos.
  • Num determinado momento da história (passagem da Antiguidade para a Idade Média) notamos um retrocesso da urbanização. Esse retrocesso é resultado dos ataques dos bárbaros sobre as cidades. Mutos migram para interior a procura de proteção.
  • Nos sabemos que a Revolução Industrial foi a grande responsável pelo processo de urbanização. O nascimento da Revolução Industrial deve-se ao acúmulo de capitais, invenção das máquinas e desenvolvimento de técnicas de crescente sofisticação.
    

  

segunda-feira, 26 de maio de 2014
Posted by Francisco Geo

ATENÇÃO TERCEIRO ANO

Vamos tentar entender os fatos que justificam em parte a nossa industrialização tardia.

ü  No primeiro momento observamos que entre 1500 e 1808, quando o Brasil ainda era colônia. Dessa forma, a metrópole não aceitava a implantação de indústrias (salvo em casos especiais, como os engenhos) e a produção tinha regime artesanal. Um decreto assinado por Dona Maria I. Lembramos também que temos como mão de obra os escravos o que impede de certa forma a formação de um mercado consumidor.

ü  1808 a 1930 ficou marcada pela chegada da família real portuguesa em 1808. Nesse período foi concedida a permissão para a implantação de indústria no país a partir de vários requisitos, dentre muitos, a criação, em 1828, de um tributo com taxas de 15% para mercadorias importadas e, em 1844, a taxa tributária foi para 60%, denominada de tarifa Alves Branco.

ü  Outro fator determinante nesse sentido foi o declínio do café, momento em que muitos fazendeiros deixaram as atividades do campo e, com seus recursos, entraram no setor industrial, que prometia grandes perspectivas de prosperidade. As primeiras empresas limitavam-se à produção de alimentos, de tecidos, além de velas e sabão. Em suma, tratava-se de produtos sem grandes tecnologias empregadas. A chamada indústria de bens de consumo não duráveis.

ü  A Primeira Grande Guerra Mundial impede o país de adquirir produtos do mundo europeu. Começa a política a substituição de importação.

ü  A Crise de 29 é outro grande momento. O café que era o principal produto de exportação. Com a crise econômica de 29 o país também declina economicamente.

ü  É sempre bom lembrar que a riqueza gerada pelo café proporcionou melhorias como construção de ferrovias, investimento em transportes, fontes de energia, aparelhamento dos portos como Rio de Janeiro e Santos. Surgiram cidades. Formam-se um exército de mão de obra em razão da crise do café, que vão servir para atender as necessidades das primeiras indústrias que são criadas. Essa mão de obra é constituída em grande parte de imigrantes que já tinha conhecimento da máquina.
  
ü  Com a chegada de Vargas ao poder temos a criação das primeiras indústrias de base apoiada no primeiro momento com a política de desvalorização da moeda e de tributos protecionistas. Com isso obtêm-se recursos para investir nos transportes e no setor de energia. Nesse momento, o setor privado não tem interesse em investir nas indústrias de base em razão do investimento alto e do retorno demorado.

ü  A nossa economia antes do processo de industrialização era de uma economia de arquipélago. A economia brasileira funcionava como um “arquipélago”, ou seja, um conjunto de áreas econômicas que funcionavam como “ilhas”, uma vez que eram voltadas para o exterior e desarticuladas entre si. Assim acontecia com a cana-de-açúcar no Nordeste, o café no Sudeste e a borracha no Norte.
ü  A indústria foi grande responsável pela integração da economia brasileira em torno de um único centro polarizador, no caso a região Sudeste. Essa nova organização espacial do Brasil em função da industrialização gerou os grandes complexos regionais.
ü  No governo de Getúlio Vargas, no período do Estado Novo, a preocupação estatal foi com a indústria de base, com enfoque na produção de energia e setor de transportes; já no governo de Juscelino Kubitschek, o setor automobilístico teve a atenção maior.
ü  A ação do Estado foi fundamental para desencadear o processo de industrialização brasileira, por exemplo, criando empresas estatais, como a antiga Companhia Vale do Rio Doce e a Companhia Siderúrgica Nacional, Fábrica Nacional de Motores FNM, Companhia Hidro Elétrica do São Francisco - Chesf para investir na indústria de base. Sem elas não seria possível à implantação de indústria de bens de consumo duráveis.
ü  A ocorrência da Primeira Guerra Mundial trouxe para o Brasil uma importante consequência econômica, o desenvolvimento de um surto de substituição de importações, resultado das dificuldades geradas no comércio internacional;
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quinta-feira, 22 de maio de 2014
Posted by Francisco Geo

Quem sou eu

Formado pela Universidade Federal Fluminense (UFF)(Licenciatura), Bacharel em Geografia pela Universidade Federal Fluminense (UFF), Curso de extensão em O&M pela Fundação Getúlio Vargas, Pós-graduado em gestão ambiental pela Ferlagos, Professor da rede estadual do Estado do Rio de Janeiro e da rede particular, professor de curso preparatório militar, cursos pré-vestibular.

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