GEOGRAFIA DOS FLUXOS MIGRATÓRIOS

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a) Migrações
  • Emigração
  • Imigração
- Controles governamentais
- Escala temporal: migrações diárias, temporárias, sazonais, definitivas.


- FATORES MIGRATÓRIOS

a) Fatores de repulsão: 
  • problemas sócioeconômicos
  • Guerras
  • Perseguições
  • Problemas ambientais
b) Fatores de atração 
  • Condições sociopolíticas favoráveis
  • Ambientais econômicos dinâmicos
  • Possibilidades de melhorias de vida
  • Afinidade linguística ou proximidade espacial
c) Condição jurídica dos migrantes
  • legalidade e ilegalidade
  • Migrações clandestinas
  • Tráfico humano
  • Asilados e refugiados políticos
  • Políticas de atração de imigrantes (atrativas de mão de obra)

MIGRAÇÕES NA HISTÓRIA

a) Antiguidade  e Idade Média
  • Nomadismo e sedentarismo
  • Expansão de impérios (egípcio, romano, grego)
  • Expansão islâmica
b) Da expansão marítima,europeia ao século XIX
  • Colonialismo
  • Partilha Imperialista
  • Perseguições religiosas na Europa
  • Atração de imigrantes para os Estados Unidos
  • Tráfico de pessoas escravizadas
c) Primeira metade do século XX
  • Guerras mundiais e migrações
  • Nazismo e diáspora judaica
MIGRAÇÕES INTERNACIONAIS RECENTES

a) O pós-Segunda Guerra Mundial
  • Descolonização afro-asiática
  • Migrações de retorno (Europa e Japão)
  • Políticas de atração de mão de obra  para reconstrução europeia
b) Políticas restritivas à imigração
  • Xenofobia e ultranacionalismos
  • Políticas de repratiamento
  • Barreiras migratórias (muros)
c) Destaques migratórios atuais
  • Africanos para a Europa
  • Dispersão internacional de chineses
  • Atração de trabalhadores para o Sudeste Asiático



 
domingo, 11 de agosto de 2019
Posted by Francisco Geo

POPULAÇÃO: TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA E ESTRUTURA



Resultado de imagem para população em desenhoCONCEITOS

a) Taxa de natalidade – número de nascimentos (1000 hab./ano)
b) Taxa de mortalidade – número de óbitos (1000/ hab./ano)
c) Crescimento Vegetativo – Taxa de natalidade  -  taxa de mortalidade  =  Crescimento vegetativo
d) Taxa de fecundidade – número de filhos por mulher

OBS.: Análise do crescimento vegetativo (CV):
1 filho por casal – redução populacional
2 filhos por casal – estagnação populacional
3 filhos por casal – incremento populacional

TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA

a) Primeira Fase

- Economia rurais
- Taxa de natalidade alta  +  taxa de mortalidade alta  = crescimento vegetativo baixo
- Taxa de Natalidade alta:
. baixo custo de formação do indivíduo
. filho – mão de obra
. baixo desenvolvimento contraceptivo
. pouca difusão de informações
- Taxa de mortalidade alta
. pouco acesso à medicina
. Pouco Saneamento Básico
. Oferta instável de alimentos
. Guerrras e epidemias

b) Segunda Fase

- Economias urbano-industriais
- Taxa de Natalidade alta + taxa de mortalidade baixa = crescimento vegetativo alto
- Redução da taxa de mortalidade
. Revolução médico-sanitária
. Estabilização

c) Terceira Fase

- Economia urbanas terciarizadas
- Taxa de natalidade baixa + taxa de mortalidade baixa = crescimento vegetativo baixo
- Redução da taxa de natalidade
. Alto custo de formação do indivíduo
. Planejamento familiar
. Difusão de contraceptivos e informação
. Maior participação da mulher no mercado de trabalho

ESTRUTURA DA POPULAÇÃO

a) Etária
Base larga e topo estreito
. Alta natalidade (base larga)
. Baixa expectativa de vida (topo estreito)
. População jovem
Estreitamento da base da pirâmide
. Natalidade moderada (base menos larga)
. Expectativa de vida melhor (topo menos estreito)
. Pirâmide mais equilibrada
Rumo a um topo largo
. Natalidade baixa (base estreita)
. Expectativa de vida alta (topo largo)
. Maior proporção de idosos

b) Setores econômicos
- Países pobres: setor primário em destaque
- Países com industrialização tardia: tendência de crescimento do setor terciário.
- Países desenvolvidos: economias terciarizadas (apenas industriais de alta tecnologia)

c) IDH
- Indicadores que compões o cálculo
. RNB (ou PNB) per capita
. Expectativa de vida
. Escolaridade

d) Espacial
- População absoluta x população relativa
. País populoso: elevado número de habitantes
. País povoado: elevada densidade demográfica

TEORIAS DEMOGRÁFICA
a) Malthusiana

- visão religiosa e pessimista
- alimentos crescem em progressão aritmética x população cresce em progressão geométrica
- propõem controle de natalidade
- não prevê avanços na agricultura ou estagnação da natalidade

b) Neomalthusiana

- crescimento vegetativo é causa do subdesenvolvimento
- elevados gastos sociais
- políticas radicais (aborto e esterilização compulsórios e, em alguns casos infanticídio)
- atribui os problemas aos países com alto crescimento vegetativo
- geralmente subdesenvolvidos
- teoria determinista

c) Ecomalthusiana

- Crescimento vegetativo implica impactos ambientais
- Atribui os problemas aos países com alto crescimento vegetativo
. Geralmente subdesenvolvidos  
. Teoria, mais uma vez, determinista
- Ignora as disparidades de padrões de consumo

d) Reformista

- Problemas sociais são frutos da desigualdade
- Propõe reformas: social, política e econômica
- Teoria mais bem aceita atualmente


segunda-feira, 5 de agosto de 2019
Posted by Francisco Geo

ATENÇÃO PRIMEIRO ANO

Resultado de imagem para estudosEstudamos sobre os pensadores clássicos da Sociologia, a saber: Marx, Durkheim e Weber. 

Vamos recordar.

- São considerados o autores clássicos das Ciências Sociais, Karl Marx, Émile Durkheim e Max Weber sendo que Durkheim e Weber definem como objeto de estudo da Sociologia, o fato social e a ação social.


Segundo as concepções de indivíduo e de sociedade na sociologia de Max Weber, o indivíduo age socialmente, de acordo com as motivações e escolhas que possui e faz, podendo estar relacionadas ou a uma tradição, ou a uma devoção afetiva ou, ainda, a uma racionalidade.

Acerca do Marxismo podemos observar que na visão de Marx a exploração do operariado ficava evidente no conceito de mais-valia. Que o Socialismo Científico de Marx defendia uma proposta revolucionária para o proletariado.

Para alguns a Revolução Socialista, o comunismo representaria o fim das desigualdades econômicas e sociais.


As críticas de Karl Marx destacaram-se na análise crítica do sistema capitalista, pois ressaltam suas contradições e as desigualdades sociais que permanecem, apesar da produção das riquezas.

Max Weber, um dos fundadores da Sociologia, tinha amplo conhecimento em muitas áreas afins a essa ciência, tais como economia, direito e filosofia. Assim, ao analisar o desenvolvimento do capitalismo moderno, buscou entender a natureza e as causas da mudança social. Em sua obra, existem dois conceitos fundamentais, ou seja, ação social e racionalidade.

Weber discordava de Marx em alguns pontos cruciais.  Enquanto Marx construiu sua teoria sob a perspectiva do materialismo histórico, Weber foi lembrado por sua sociologia compreensiva.


Manifesto Comunista uma das obras de Marx escrito há 150 anos, estão expressos alguns dos fundamentos do socialismo científico, cujos princípios são materialismo histórico e luta de classes.


Socialismo utópico foi uma corrente de pensamento estabelecida por Robert Owen, Saint-Simon e Charles Fourier. O socialismo utópico tinha como objetivo a criação de uma sociedade ideal, que seria alcançada de forma pacífica graças à boa vontade da burguesia.
O nome socialismo utópico surgiu graças à obra "Utopia" de Thomas More, sendo que a utopia é referente a algo que não existe ou não pode ser alcançado. De acordo com os socialistas utópicos, o sistema socialista se instalaria de forma lenta e gradual.
domingo, 16 de junho de 2019
Posted by Francisco Geo

Atenção Segundo Ano

Resultado de imagem para violenciasEstudamos sobre os diversos tipos de violências. Houve apresentação dos trabalhos sobre diferentes tipos de violência. Fiquem atentos.

Olha que interessante sobre o surgimento da "imprensa marrom" que encontrei.
Leiam.

Como surgiu a expressão “imprensa marrom”?

Ela foi inspirada na expressão americana yellow press (“jornalismo amarelo”), que surgiu no final do século XIX a partir da concorrência entre os jornais New York World e The New York Journal. Eles haviam entrado em guerra para ter em suas páginas as aventuras de Yellow Kid, a primeira tira em quadrinhos da história.
A disputa nos bastidores foi tão pesada que o amarelo do cobiçado personagem acabou virando sinônimo de publicações sem escrúpulos. Em língua portuguesa, a expressão teve sua cor alterada no Brasil em 1959, quando a redação do jornal carioca Diário da Noite recebeu a informação de que uma revista chamada Escândalo extorquia dinheiro de pessoas fotografadas em situações comprometedoras.
O jornalista Alberto Dines, hoje editor do programa de TV Observatório da Imprensa, preparava, para a manchete do dia seguinte, algo como “Imprensa amarela leva cineasta ao suicídio”. O chefe de reportagem do Diário, Calazans Fernandes, achou o amarelo uma cor amena demais para o caráter trágico da notícia e sugeriu trocá-la por marrom. “Assim, a expressão ‘imprensa marrom’ originou-se numa denúncia contra a própria imprensa marrom”, afirma Dines. Além de criar o novo termo, a manchete do Diário da Noite contribuiu para o fim da criminosa revista Escândalo, fechada logo em seguida.
Vimos também a violência INSTUCIONALIZADA que um tipo de violência com o intuito de garantir supostamente a ordem e a lei por ter o monopólio legítimo da violência, utiliza-se exército, das polícias e da burocracia , para multar, prender e até matar em nome da normatização e da ordenação social. O terrorismo é também uma forma de violência institucionalizada por alguns Estados.
- Sobre a perspectivas sociológica contemporânea da violência sociológica observamos as diferentes abordagens acerca da violência destacam o pouco espaço existente para o sujeito da argumentação, da negociação ou da demanda, enclausurado na exibição da força física pelo oponente.

- As violências nas favelas do Rio de Janeiro em razão do tráfico de drogas, aponta-se a ausência do Estado em garantir a segurança ou seja os direitos sociais. Observamos um conflito entre a autonomia dos grupos sociais e a submissão.

- Na história do Brasil observa-se que vivemos sobre regimes autoritários, tanto no Brasil  Colônia,  como na República. A nossa democracia é jovem, ainda não criou raízes na sociedade o que difere da violência.e do autoritarismo que observamos em diversos locais do nosso país.

Nunca se assistiu a tanta violência na televisão como nos dias atuais. Dada a enormidade de tempo que crianças e adolescentes das várias classes sociais passam diante da TV, é lógico o interesse pelas consequências dessa exposição. Até que ponto a banalização de atos violentos, exibidos nas salas de visita pelo País afora, diariamente, dos desenhos animados aos programas de “mundo-cão”, contribui para a escalada da violência urbana? Essa questão é mais antiga do que se imagina.

Sobre o texto acima podemos afirmar que as crianças, em particular, são as mais vulneráveis a essas influências, porque interiorizam padrões de comportamento e papéis sociais com menor visão crítica.

 Conceito Família 

As famílias são consideradas grupos primários, nos quais as relações entre os indivíduos são pautadas na subjetividade dos sentimentos entre as pessoas, fato que justifica, muitas vezes, o amor existente entre pais e filhos adotivos, logo sem relação consanguínea. Assim, os laços que unem os indivíduos em família não se sustem pela lógica da troca, da conveniência do relacionamento a partir de um cálculo racional como que em um contrato no mundo dos negócios em que cada parte vê vantagem na relação existente, constituindo um grupo formal. Ao contrário, a família é um grupo informal, no qual as pessoas estão ligadas por afeto e afinidade, e que por conta deste sentimento criam vínculos que garantem a convivência (em um mesmo local de residência, por exemplo), além da cooperação econômica.  

Hoje o conceito família se configuraram de maneiras distintas.  

Posted by Francisco Geo

INDUSTRIALIZAÇÃO TARDIA OU PERIFÉRICA


Resultado de imagem para industrialização tardiaINDUSTRIALIZAÇÃO TARDIA 
       OU PERIFÉRICA

- Ocorre a partir do século XX
- Forte dependência do capital estrangeiro
- Exemplos: países da América Latina, da Ásia e África do Sul.
Temos outros modelos de industrialização que são classificadas como Clássica ou Original. Temos também a Planificada.

Industrialização na América Latina


Alguns acontecimentos históricos que sucederam no século XX (Primeira Guerra Mundial 1914-1918, Crise de 1929 e a Segunda Guerra Mundial 1939-1945) favoreceram um relativo desenvolvimento industrial aos países da América Latina.
- Início do século XX (até 1930)
- Industrialização incipiente
- Bens de consumo não duráveis
. Exemplos: alimentos, calçados, roupas, etc.
- Dependência dos bens de capitais (modernização conservadora)
- Coloboração da Primeira Grande Guerra e a crise 1929
- Temos a diminuição da entrada de produtos importados o que impulsiona a indústria nacional.

Anos de 1930, 1940 e 1950

Temos uma tentativa de construir um capitalismo menos dependente através das indústrias de base onde a matéria prima é semielaborada .
Vargas no Brasil, Perón na Argentina, Ibarra no Equador, etc
Nos anos de 1950, 1960 e 1970
Cepal - Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe, uma comissão regional das Nações Unidas, criada em 1948 com o objetivo de incentivar a cooperação econômica entre os seus membros). Como fenômeno histórico, o desenvolvimentismo é associado no Brasil aos governos a partir da década de 1950, com destaque para os presidentes Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek.
- capital estrangeiro
- indústria de bens de consumo duráveis como eletrodomésticos, automóveis.
- Aumento da dívida externa
- Ditaduras

Anos 1990  

Adoção da Cartilha neoliberal
- 1989 – Consenso de Washington (FMI + Tesouro dos Estados Unidos)
- Pressão internacional para adoção de medidas neoliberais
- Abertura comercial
- Privatizações
- Redução de gasto público
- A adoção da cartilha neoliberal trouxe a crise social para a América Latina.

Anos 2000
- Onda rosa latino-americana
- Emergência de esquerda
- Exemplos: Chavez (Venezuela), Morales (Bolívia), Kirchner (Argentina), Lugo (Paraguai) Correa (Equador), Ortega (Nicarágua), Lula (Brasil).
- Fortalecimento do papel da atuação do Estado em questões econômicas e sociais.

INDUSTRIALIZAÇÃO DOS TIGRES ASIÁTICOS
Cingapura, Hong Kong, Coreia do Sul e Taiwan
Tiveram forte crescimento econômico durante a década de 1970.
Modelo de industrialização: Industrialização Orientada para a Exportação (IOE)
- Forte participação do capital estrangeiro
- Produção voltada para o mercado externo
. Forte papel do Estado
- Infraestrutura
- Crédito para investimentos produtivos
- Educação e qualificação profissional
- Na Coreia do Sul houve maior resistência para o ingresso do capital estrangeiro nos anos 1980.
- Opção do Estado pelo fortalecimento dos chaebols (conglomerados empresariais com laços familiares) – Hyundai, Daewoo, Samsung

NOVOS TIGRES ASIÁTICOS
Indonésia, Vietnã, Malásia, Tailândia e Filipinas
- Se beneficiaram do acúmulo de capitais nos Tigres Asiáticos, recebendo investimentos.
- Atualmente abrigam diversas indústrias dos setores têxteis, calçados, brinquedos, eletrônicos, etc.


quarta-feira, 29 de maio de 2019
Posted by Francisco Geo

VIOLÊNCIA


Resultado de imagem para bomba de hiroshimaSerá que o ser humano é um ser naturalmente violento?

Qual seria o peso da violência na construção, perpetuação ou na destruição das sociedades humanas?

O ser humano é o único de todos animais existente no planeta com capacidade de destruir inteiramente o planeta em que ele vive:

0/01/19 17:44
Decreto vai liberar posse de armas em cidades violentas, áreas rurais e para donos de estabelecimentos comerciais

Seções
Irã questiona o pacto nuclear em plena escalada de tensão com os EUA
Rohani anunciará "redução de seus compromissos" no aniversário da retirada dos EUA do acordo
Qual é o caráter da violência em todos os sentidos? 

TIPOS DE VIOLÊNCIAS


Vamos a violência Física 

- A violência física é o uso da força com o objetivo de ferir, deixando ou não marcas e videntes.

- Toda violência é institucionalizada quando admitimos explícita ou implicitamente  que ela é natural. Como exemplo, observemos a questão da desigualdade social.

Todos os dias a nossa volta temos mendigos, drogados pelas ruas e começamos achar natural. Privamos esses indivíduos de sobrevivência e achamos tudo isso norma e simples.

Vamos também observa o papel da mídia nesse contexto. No caso da mídia sensacionalista, a chamada imprensa marrom. Alguns jornais expõem vários tipos de violências e muitas vezes não forma crítica para dar um fim de vez. Muito pelo contrário, ela coloca essa evidência nos meios de comunicação como rádio, cinema, tv e outros com a finalidade de continuar vendendo, ter lucros.

Violência simbólica

Conceito criado pelo pensador francês Pierre Bourdieu para descrever o processo pelo qual a classe impõe a sua cultura aos dominados.

Podemos pegar exemplos como alguns estereótipos relacionados a negros como associar negro a preguiça.
A figura da mulata, ou seja, da mulher feita apenas para suprir prazeres sexuais.
Dominação masculina sobre a mulher. (sociedade patriarcal)
Julgar mulher incapaz para o trabalho.
Dominação masculina sobre o corpo da mulher é refletida nos casos de feminicídio.
Violência política e Revolucionária
Podemos pegar como exemplo um assassinato político, a corrupção, a invasão de um país por outro, o desaparecimento de dissidentes entre outros. Por um lado, a violência política pode ser um instrumento de luta contra a injustiça social ou contra um poder dominante.
   

Violência verbal

A violência verbal normalmente é utilizada para oportunar e incomodar a vida das outras pessoas.                 
Pode ser feita através do silêncio, que muitas vezes é muito mais violento que os métodos utilizados habitualmente, como as ofensas morais (insultos), depreciações e os questionários infindáveis.






segunda-feira, 27 de maio de 2019
Posted by Francisco Geo

SOCIOLOGIA

SOCIOLOGIA 
- Karl Marx
- Vamos falar de uma corrente revolucionária do pensamento sociológico
O que precisamos saber sobre Karl Marx?
- Contribuição para o pensamento sociológico.
Alemão 1818 – 1883 – escreveu muitos textos em parceria com Engels, companheiro de ideias.
Suas principais obras:
O manifesto do partido comunista
A ideologia alemã
O capital
- Análise a partir das condições materiais de sua existência.
Karl Marx – parte das relações econômicas – tudo na sociedade tem que partir das relações econômicas.
Karl Marx era crítico em relação ao capitalismo. Um dos problemas graves do capitalismo é a questão da desigualdade social, segundo Marx. O próprio capitalismo gera a própria desigualdade social.
- A ideia de trabalho para Marx está relacionada à questão da transformação. Tudo que o homem transforma na natureza ele vai definir como trabalho.
Século XIX – os trabalhadores não tinham nenhum tipo de direito trabalhista. Totalmente explorado. Não tinham carteira assinada, licença maternidade, horas mínimas de trabalho., férias remuneradas ou seja nenhum tipo de direito.
O burguês pagava o valor que achava que deveria pagar. A m o de obra era extremamente barata.
- Observando toda essa situação, Karl Marx tece uma série de críticas ao capitalismo.
- Karl Marx desenvolve o socialismo científico. Segundo ele, o melhor para a sociedade seria o socialismo e não o capitalismo.
- Ele criou método que seria um socialismo conquistado através de lutas, revoluções, tudo que fosse necessário para colocar em prática as ideias do socialismo.
- Dualismo do capitalismo:
Burguesia x Proletariado (operários)
A burguesia como detentora do poder.
Relação de interdependência
A burguesia depende do proletariado (mão de obra produtiva)
O proletariado dependia do trabalho para sobreviver porque era a única forma de ganhar dinheiro.
Sistema capitalista – tudo gira em torno do dinheiro.
Marx faz crítica a burguesia porque sempre explora o proletariado. Sempre existe uma relação desigual.
Em relação a essa visão de exploração e de crítica ao sistema capitalista, Karl Marx vai lançar alguns conceitos:
. materialismo histórico – as relações sociais tem que partir da relações econômicas. Toda a análise da sociedade parte do econômico.
- Mais Valia  é uma expressão do âmbito da Economia, criada por Karl Marx que significa parte do valor da força de trabalho dispendida por um determinado trabalhador na produção e que não é remunerado pelo patrão. Também pode ser classificada como o excesso de receita em relação à despesas.
“Fetiche da mercadoria” - Marx se utilizou desta parábola bíblica e principalmente do nome atribuído à imagem citada para exemplificar na modernidade como o homem estava tratando as mercadorias (sapatos, bolsas, etc.), estas, que com o tempo deixaram de ser um produto estritamente humano para tornarem-se objeto de adoração, a mercadoria deixa de ter a sua utilidade atual e passa a atribuir um valor simbólico, quase que divino, o ser humano não compra o real, mas sim a transcendência que determinado artefato representa.


   
terça-feira, 21 de maio de 2019
Posted by Francisco Geo

Quem sou eu

Formado pela Universidade Federal Fluminense (UFF)(Licenciatura), Bacharel em Geografia pela Universidade Federal Fluminense (UFF), Curso de extensão em O&M pela Fundação Getúlio Vargas, Pós-graduado em gestão ambiental pela Ferlagos, Professor da rede estadual do Estado do Rio de Janeiro e da rede particular, professor de curso preparatório militar, cursos pré-vestibular.

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