Urbanização no Brasil
É o aumento da proporção da população que vive
nas cidades em relação à que vive no campo. No Brasil o processo de urbanização
iniciou-se no século XX. Deu-se em razão doo processo de industrialização. Podemos
afirmar que funcionou como um dos principais fatores para o deslocamento da
população da área rural em direção a área urbana, o que chamamos de êxodo rural.
Acabou provocando a mudança de
um modelo agrário-exportador para um modelo urbano-industrial. Hoje, mais de
80% da população brasileira vive em áreas urbanas o que equivale aos níveis de
urbanização dos países desenvolvidos. O processo de urbanização atualmente é
mais acelerada, em países em desenvolvimento, como o Brasil. A partir de 2008,
a população urbana mundial é maior que a rural, e essa proporção continua
crescendo.
Vamos observar como a
evolução do Brasil no processo de urbanização:
1950 – Brasil rural – A nossa política agroexportadora
predominava principalmente com a exportação do café.
Com o processo de industrialização na década de 1930,
observamos uma saída do homem do campo para as cidades.
Então podemos afirmar que o processo de Êxodo Rural, está associado como foi dito acima, ao início do nosso
processo de industrialização como também, a mecanização do campo assim como a
nossa estrutura fundiária que permanece concentrada.
Em 1940, somente 31%
da população viviam nas cidades. A intensificação do processo de urbanização do
Brasil está associada a industrialização promovida pelo Estado, representado
por Getúlio Vargas com a criação das primeiras indústrias de base e por
Juscelino Kubitschek que abriu as portas ao capital estrangeiro, atraindo
indústrias de bens de consumo duráveis e gerando assim a formação de um mercado
interno integrado na região Sudeste, tornando-a uma área de atração para os
brasileiros de outras regiões.
A região Sudeste por apresentar melhor infraestrutura, o que
dava condição para a concentração de indústrias, acaba promovendo uma forte
A partir de 1970, mais da metade dos
brasileiros já se encontrava em áreas urbanas, cuja oferta de emprego e de
serviços, como saúde, educação e transporte, eram maiores. Em 60 anos, a
população rural aumentou cerca de 12%, enquanto que a população urbana passou
de 13 milhões de habitantes para 138 milhões, um aumento de mais de 1.000%.
O processo de urbanização no Brasil ocorreu de maneira rápida
e desordenada, ao longo do século XX, com a grande migração da população, que
trocou o meio rural pelas novas oportunidades oferecidas pelas cidades.
O crescimento e o desenvolvimento do Brasil impulsionaram o
surgimento de diversas cidades, principalmente com a implementação de variadas
indústrias, que possibilitaram novos empregos, atraindo a população que vivia
no campo para a cidade.
O processo de urbanização do Brasil, não ocorreu da mesma forma
em todo o país. Algumas regiões brasileiras urbanizaram-se mais do que outras
em razão das políticas públicas (que incentivaram determinadas áreas e outras
não).
As regiões Sul e Sudeste destacam-se porque possuem uma
concentração maior de áreas urbanas.
Infelizmente a falta de planejamento urbano e o crescimento
acelerado trouxeram algumas consequências para esses centros urbanos, tais
como:
- · problemas de saneamento básico (como tratamento de distribuição de água e esgoto), congestionamento (em razão da falta de espaço nas ruas);
- · falta de moradias o que gera o surgimento das favelas;
- · a economia informal como diarista, ambulantes, flanelinhas crescem;
- · aumento da marginalidade, tráfico de drogas e usuários e prostituição;
- · poluição ambiental, falta de áreas verdes (como praças e bosques);
- · indústrias e residências na mesma área (ocasionando problemas ambientais e de saúde), barulho, violência;
- · Crescimento da mendicância;
Tudo isso resultam em má qualidade de vida para a sociedade.
Vamos agora por tópico:
Favelização:
São ocupações irregulares nas principais capitais
brasileiras, como Rio de Janeiro e São Paulo, serão fruto do grande fluxo
migratório em direção às áreas de maior oferta de emprego do país. A falta de
uma política habitacional acabou contribuindo para o aumento acelerado das
favelas no Brasil.
A questão da Violência
Urbana
Mesmo com o
crescimento industrial do país e com a grande oferta de emprego nas cidades do
sudeste, não havia oportunidades de emprego o bastante para o grande fluxo
populacional que havia se deslocado em um curto espaço de tempo. Por essa
razão, o número de desempregados também era grande, o que passou a gerar um
aumento dos roubos, furtos, e demais tipos de violência relacionadas às áreas
urbanas.
Questão ambiental
A questão da Poluição
O grande número de indústrias, automóveis e de habitantes vai impactar o aumento das emissões de gases poluentes, assim como com a contaminação dos lençóis freáticos e rios dos principais centros urbanos.
Enchentes – A impermeabilização do solo pelo asfaltamento e
edificações, associado ao desmatamento e ao lixo industrial e residencial,
fazem com que o problemas das enchentes seja algo comum nas grandes cidades
brasileiras.
Ocorreu no Brasil o planejamento urbano para a criação de algumas
cidades, onde destacamos a capital federal, Brasília. O planejamento urbano
serve para evitar os problemas que ocorrem com as cidades que crescem
rapidamente e não têm um acompanhamento adequado.
Esses centros planejados possuem estudos para fluxos de automóveis
(que evitam o congestionamento), bairros para moradias, distritos industriais
separados das moradias, áreas verdes, entre outros pontos fundamentais para
oferecer uma melhor qualidade de vida para a população que ali habita.
Observamos agora as
desigualdades
As desigualdades econômicas e a dificuldade de determinadas
regiões em se inserirem na economia nacional, possibilitou a ocorrência de uma
urbanização diferenciada em cada uma das regiões brasileiras.
A região Sudeste, por concentrar a maior parte das indústrias
do país, foi a que recebeu grandes fluxos migratórios vindos da área rural,
principalmente da região nordeste. Ao analisarmos a tabela abaixo, observamos
que o Sudeste é a região que apresenta as maiores taxas de urbanização dos
últimos 70 anos. A partir de 1960, com 57%, foi a primeira região a registrar
uma superioridade de habitantes vivendo na área urbana em relação à população
rural.
Na região Centro-Oeste, o processo de urbanização teve como
principal fator a construção de Brasília, em 1960, que atraiu milhares de
trabalhadores, a maior parte deles vindos das regiões Norte e Nordeste. Desde o
final da década de 1960 e início da década de 1970, o Centro-Oeste tornou-se a
segunda região mais urbanizada do país.
Taxa de
Urbanização das Regiões Brasileiras (IBGE)
Região
|
1940
|
1950
|
1960
|
1970
|
1980
|
1991
|
2000
|
2007
|
2010
|
Brasil
|
31,24
|
36,16
|
44,67
|
55,92
|
67,59
|
75,59
|
81,23
|
83,48
|
84,36
|
Norte
|
27,75
|
31,49
|
37,38
|
45,13
|
51,65
|
59,05
|
69,83
|
76,43
|
73,53
|
Nordeste
|
23,42
|
26,4
|
33,89
|
41,81
|
50,46
|
60,65
|
69,04
|
71,76
|
73,13
|
Sudeste
|
39,42
|
47,55
|
57
|
72,68
|
82,81
|
88,02
|
90,52
|
92,03
|
92,95
|
Sul
|
27,73
|
29,5
|
37,1
|
44,27
|
62,41
|
74,12
|
80,94
|
82,9
|
84,93
|
Centro Oeste
|
21,52
|
24,38
|
34,22
|
48,04
|
67,79
|
81,28
|
86,73
|
86,81
|
88,8
|
A urbanização na região Sul foi
lenta até a década de 1970, em razão de suas características econômicas de
predomínio da propriedade familiar e da policultura, pois um número reduzido de
trabalhadores rurais acabava migrando para as áreas urbanas.
A região Nordeste é a que
apresenta hoje a menor taxa de urbanização no Brasil. Essa fraca urbanização
está apoiada no fato de que dessa região partiram várias correntes migratórias
para o restante do país e, além disso, o pequeno desenvolvimento econômico das cidades
nordestinas não era capaz de atrair a sua própria população rural.
Até a década de 60 a Região Norte
era a segunda mais urbanizada do país, porém a concentração da economia do país
no Sudeste e o fluxo de migrantes dessa para outras regiões, fez com que o
crescimento relativo da população urbana regional diminuísse.
Os centros de convergência das populações que saem da área
rural são as principais áreas metropolitanas do Brasil:
·
- metrópoles nacionais – Grande São Paulo e Grande Rio de Janeiro;
- metrópoles regionais – Grande Belo Horizonte, Grande Recife. Grande Porto Alegre, Grande Salvador, Grande Fortaleza, Grande Curitiba, Grande Belém e Grande Vitória.
As metrópoles são os centros de
primeira grandeza no interior da rede urbana, e exercem o papel controlador de
fluxos de capitais, mercadorias e pessoas (SCARLATTO, 1995). Constituem-se num
produto da economia de mercado, afetadas direta ou indiretamente pela
industrialização.
Nas metrópoles, onde as condições de
acumulação de capital e da reprodução da força de trabalho podem ser mais
plenamente realizadas, os processos sociais produzem forma, movimento e
conteúdo sobre o espaço urbano. Entre os processos sociais e a organização
espacial aparece um elemento mediador – os processos espaciais, responsáveis
pela organização espacial complexa das metrópoles modernas. São os processos de
centralização, descentralização, coesão, segregação, invasão-sucessão e de
inércia.
As regiões metropolitanas são conjuntos de cidades definidas
por lei e devem ser objeto de planejamento conjunto pelo poder público. As
primeiras regiões metropolitanas foram estabelecidas pela Lei Complementar 14,
de1973, em número de nove. A partir de 1988, a Constituição determinou que a
criação de regiões metropolitanas é de responsabilidade da legislação estadual.
Até 2004 foram criadas 28 regiões metropolitanas e 03 regiões de desenvolvimento
integrado – RIDE (IBGE/EMPLASA, 2007).
Para que as regiões metropolitanas sejam assim consideradas,
faz-se necessário que se constituam em áreas urbanas conurbadas, a população do
principal município seja de, pelo menos, 800 mil habitantes ou, em casos de
população inferior, que sua densidade demográfica seja igual ou maior que 60
hab./km2 e mais de 65% de sua população economicamente ativa (PEA) desenvolva
atividades urbanas e (PANGEA, 2007). A metrópole é a cidade-sede da região metropolitana.
Conurbação é o processo de integração espacial das áreas
urbanas de cidades contíguas, acarretado pela expansão populacional e espacial
decorrente do processo de urbanização.
As cidades conurbadas apresentam uma
única mancha urbana.
Megalópole refere-se à conurbação de duas ou mais metrópoles
A primeira megalópole brasileira se formaria com a ligação
das Região Metropolitana de São Paulo, Campinas e Baixada Santista, além das
cidades localizadas nos eixos rodoviários do Vale do Paraíba (Via Dutra) e da
Rodovia Castello Branco.
Vamos agora a classificações:
Grande Metrópole Nacional: A cidade de São Paulo é única nesse
nível.
Metrópole Nacional: Rio de Janeiro e Brasília são as cidades que
fazem parte desse nível.
Metrópole: São 9 cidades
nesse nível, sendo elas Manaus, Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo
Horizonte, Curitiba, Goiânia e Porto Alegre.
Capital Regional – Neste nível, são 70 cidades em que a escala
de influência restringe-se somente ao âmbito regional e estadual. Esse nível
também possui três subdivisões:
Capital Regional A: nível constituído por 11 cidades
brasileiras, com uma população média de 955 mil habitantes.
Capital Regional B: constituído por 20 cidades, com uma média de
população de 435 mil habitantes.
Capital Regional C: constituído por 39 cidades, com uma média
populacional de 250 mil habitantes.
Centro sub-regional: São 164 cidades que compõem esse nível,
sendo que a escala de influência delas gira em torno da escala regional,
geralmente nos municípios circunvizinhos. Esse nível possui duas subdivisões:
Centro sub-regional A: são 85 cidades, com uma média
populacional de 95 mil habitantes.
Centro sub-regional B: constituído por 79 cidades, com uma
população média de 71 mil habitantes.
Centro de zona – é um nível hierárquico composto por 556 cidades
de pequeno porte, com um poder de influência bem restrito a municípios
próximos, subdividindo-se em:
Centro de Zona A: formado por 192 cidades, com média
populacional de 45 mil habitantes.
Centro de Zona B: composto por 364 cidades, com a população
estando numa média de 23 mil habitantes.
Centro local – é formado pelas demais 4473 cidades brasileiras,
com um poder de influência que não extrapola seus limites municipais, com a
população sempre abaixo de 10 mil habitantes.
Cidades
Globais
Também conhecidas
como metrópoles mundiais, as cidades globais são aquelas que possuem influência
em nível mundial. Portanto, as cidades globais possuem influência nos centros
urbanos do próprio país e também em regiões de outros países do mesmo e de outros
continentes.
Importância
As cidades
globais possuem grande importância para a economia mundial. Recebem estudantes,
trabalhadores qualificados e pesquisadores do mundo todo. Geram, além de
riqueza, quantidade significativa de conhecimentos científicos de qualidade. Em
função da vida cultural dinâmica, são também importantes centros culturais,
recendo grandes quantidades de turistas anualmente. São importantes no processo
de globalização econômica e cultural, que vem ocorrendo no mundo nas últimas décadas.
Principais características:
- Elevada concentração populacional;
- Economia forte,
dinâmica e diversificada;
- Forte
urbanização;
- Mercado de
trabalho intenso, dinâmico e diversificado;
- Elevada
diversidade de serviços (administrativos, educacionais, financeiros,
científicos e tecnológicos);
- Existência de
diversificadas opções culturais (museus, galerias de arte, centros culturais);
- Existência de
instituições de ensino e centros de pesquisa de alta qualidade;
- Setor de
telecomunicações com elevado nível de desenvolvimento tecnológico;
- Bolsa de
valores com importância no mercado financeiro internacional;
- Sistema de
transportes complexos e diversificados (rodoviárias, metro, avenidas, aeroporto
internacional, etc);
- Possuem sede de
bancos e empresas multinacionais.
As cidades mais influentes do mundo foram classificadas em
três diferentes classes (Alfa, Beta e Gama). Sendo a classe Alfa as cidades de
maior influência no planeta, a Beta, intermediária, e a Gama corresponde às
cidades globais de menor expressão mundial.
Grupo Alfa – Esse grupo é representado por cidades como:
Londres, Nova Iorque, aris, Tóquio, Los Angeles, Chicago, Frankfurt, Milão.
Grupo Beta – Entre as cidades desse grupo podemos destacar:
São Francisco, Sidney, São Paulo,
Cidade do México, Madri.
Grupo Gama – É o grupo que possui a maior quantidade de
cidades, atualmente são 35, entre elas estão: Pequim, Boston, Washington,
Munique, Caracas, Roma, Berlim, Amsterdã, Miami, Buenos Aires.
Fontes:
ESTADO ISLÂMICO
Vamos entender o que é o Estado Islâmico?
O surgimento do Estado Islâmico que já é conhecido pela sigla El, tem sua origem no grupo terroristas Al-Qaeda do Iraque. Em razão da derrubada do ditador Saddam Hussein pelos EUA, o grupo Al-Qaeda fica enfraquecido. A crise política ocorrida no Iraque deu origem ao surgimento do grupo terrorista El, pois a Al-Qaeda no qual tinha uma grande atuação no território iraquiano e parte da Síria, faz nascer o El, porém, com muitas ações mais radicais que a Al-Qaeda. As ações praticadas pelo grupo EI, por serem mais extremista, acabou provocando a separação entre as organizações terroristas. O EI está fundamentada na ideologia pan-islâmica de Sayyid Qutb, antigo líder da Irmandade Muçulmana.
O grupo terrorista Estado Islâmico, tem como objetivo expandir o seu califado por todo o Oriente Médio, além de estabelecer conexões na Europa e outras regiões do planeta, através de atentados para lhe conferir autoridade.
Parte do território da Síria e do Iraque estão sob domínio de grupo extremista islâmico sunita. Aproveitando-se da fragilidade política desses países, o grupo islâmico autoproclamou um Califado Islâmico espalhando o terror por toda essa região e deixando o mundo em alerta.
Califa é o nome dado ao sucessor do profeta Maomé. O Califado é um modelo político criado no século VII, após a morte do líder religioso Maomé, no qual é atribuído poderes em que lhe permite a aplicação da lei islâmica.
O que chama atenção é o fato da adesão de pessoas simpatizantes não islâmicos e sendo de origem europeia a esse grupo EI. Jovens do ocidente tem se oferecido para fazer parte do grupo e servi-los para o seu propósito e com isso traz preocupação aos estados europeus, pois podem ser treinados para atuar no próprio solo europeu.
Segundo o secretário de Defesa americano, Chuck Hagel, diz que o Estado
Islâmico não é 'apenas um grupo terrorista'. "Eles unem ideologia com
sofisticação militar e são extremamente bem financiados. Vai além de
tudo o que nós já vimos", ele afirma.
fontes:
http://g1.globo.com/fantastico/noticia/
www.historiadomundo.com.br
ESPAÇO RURAL
O solo é um recurso fundamental para a sobrevivência da humanidade, pois dele tiramos grande parte dos nossos alimentos. A cobertura vegetal é de grande importância na proteção do solo. O maior impacto que o solo sofre é com a erosão. A ocorrência se dá em razão pela retirada da cobertura vegetal, tornando propício a processos erosivos.
Como podemos proteger os nossos solos? Vamos lá!
- Como já foi dito acima, a cobertura vegetal é de suma importância, pois protege os solos dos processos erosivos. A gota da chuva ao cair numa aŕea sem cobertura vegetal acaba retirando todos os nutrientes do solo (erosão por splash) e, com isso, temos o processo de lixiviação.
- A realização do plantio acompanhado de uma curva de nível, é muito importante. A curva de nível evita que a
água da chuva desça a vertente com grande velocidade, assim evita a erosão.
- A consorciação de culturas tem suas vantagens. Por exemplo, o consórcio de lavouras com o plantio de vegetais como o eucalipto, bambu e
cana-de-açúcar, funcionam como barreira de proteção em relação à
erosão eólica e pluvial.
- É de suma importância a preservação e conservação de matas ciliares, pois estes protegem os nossos mananciais, impedindo que as águas da chuvas transportes sedimentos, cascalhos para o fundo dos rios (talvegue), assim não tendo o perigo do assoreamento.
- Outra prática seria preservar as regiões acidentadas evitando o desenvolvimento da agricultura, assim como as áreas de solos frágeis que
facilmente são afetadas com a erosão.
- Podemos apontar que as principais causas começam com a retirada da madeira, de forma ilegal. Tais madeiras são madeiras de lei, que tem o seu valor destinadas ao comércio.
- Outra situação seria as queimadas ilegais, para da lugar as pastagens (criação de gado) e também para culturas, principalmente a soja.
- Os assentamentos humanos também aparecem como consequência do desmatamento, resultado do crescimento populacional na região.
Infelizmente o resultado de tudo isso é a extinção das nossas espécies de vegetais e de animais onde encontramos espécies endêmicas. Tudo isso provoca um desequilíbrio na floresta Amazônica, lembrando que as queimadas também resultam no aumento da poluição do ar.
Tipos de solos:
- Nos países de clima temperado, temos os solos ricos em nutrientes como o tchernozion (tcherno = negrume - zion = terra), tem extraordinária fertilidade. São solos de coloração negra, rico em húmus. Esse tipo de solo é encontrado na Ucrânia e na Rússia.
- Os solos podzólicos também de clima temperado, são poucos profundos, fértil e ácido.
- Os solos eluviais são solo que surgem da degradação da rocha no próprio local. Com o exemplo, podemos citar o massapé e as terras roxas e a laterita. No massapé, litoral da região nordeste temos a cultura da cana de açúcar introduzida pelos portugueses em razão da boa qualidade do solo. Nas terras roxas, (oeste de São Paulo associamos a cultura do café.
- Os solos aluviais são solos formados pelo transporte de materiais feito pelas águas correntes ou pelo vento. Como exemplo, citamos os solos de várzea e o loess.
- Sobre o uso da água, observamos hoje que a atividade agrícola é a que mais se utiliza desse recurso. Para se ter uma ideia, à produção de um quilo de soja, por exemplo, são utilizados milhares de litros de água.
- Os EUA é uma grande potência agrícola atualmente. Essa potencialidade apresenta modelos diferentes de políticas para a agricultura, variando de acordo com os contextos históricos, geográficos e geológicos de cada localidade. Possui um elevado grau de protecionismo implementado pelo governo aos agricultores nacionais, bem como a elevada mecanização do processo produtivo em todas as suas etapas.
- Os avanços tecnológicos foi o grande aliado nessa potencialidade. A produção de sementes selecionadas e o alto grau de mecanização o tornam potência agrícola. O intenso êxodo rural, reduziu em torno de menos de 3% da população empregada no campo. A redução nada significou, pois os EUA continua como o maior produtor agrícola de todo o mundo.
O cultivo agrícola estadunidense se caracteriza pelo zoneamento da produção, o que é assinalado pela formação dos belts, ou cinturões agrícolas. Exemplos: o Dairy Belt (cinturão do leite), o Corn Belt (cinturão do milho), o Wheat Belt (cinturão do trigo) e Cotton Belt (cinturão do algodão).
- A alta mecanização do campo o que resulta em alta produção, devido as evoluções tecnológicas, emprega-se basicamente um pequeno grupo de pessoas que dispõem de especializações em técnicas e maquinários agrícolas.
- Lembrando que as principais potências agrícolas internacionais são, atualmente os EUA e a União Europeia, que buscam tanto o mercado externo como o interno.
Entenda o que é o agronegócio:
- conjunto da cadeia produtiva ligado à agropecuária;
- inclui todas as atividades de indústria e serviços de antes, durante e depois da produção;
- essa cadeia movimenta a economia, ao empregar trabalhadores, gerar renda e pagar impostos.
Revolução Verde
Foi um programa financiado pelo grupo Rockefeller, sediado em Nova Iorque.
Esse nome foi designado para se referir aos processos de transformação tecnológica da produção agrícola, através de maquinários modernos e de estudos científicos avançados sobre os solos.
A Revolução Verde surgiu com o propósito de aumentar a produção agrícola através de desenvolvimento de pesquisas em sementes, fertilização e utilização de maquinário.
A produção aumentou, porém, não acabou com a fome.
Resultou numa maior concentração de terras.
Agora é com vocês. Defina: laterização e lixiviação.
fontes: www.brasilescola.com
O espaço brasileiro J. William Vesentini
Posted by Francisco Geo
ATENÇÃO TURMAS 1001/1002 - 2001/2002
Sociologia
O surgimento da Sociologia deu-se pela consolidação do sistema
capitalista na Europa (séc. XIX), deu subsídios que serviram de base para seu
surgimento como ciência particular. O homem passa a ser visto, do ponto de
vista sociológico, a partir de sua inserção na sociedade e nos grupos sociais que
a constituem. Aquilo que a sociologia estuda, constitui-se historicamente como
o conjunto de relacionamentos que os homens estabeleceram entre si na vida em
sociedade. Interessa a sociologia, não indivíduos isolados, mas inter-relacionados
com os diferentes grupos sociais do quais fazem parte, como a escola, a família,
as classes sociais etc.
Recordando:
Período Neolítico – o homem aprende a domesticar plantas e
animais. Ficamos conhecendo a “Revolução Agrícola”
O início do Neolítico está diretamente ligado à transformação
climática decorrente do fim da última glaciação, há 12.000 mil anos.
O aquecimento do nosso planeta acabou levando a extinção de
muitas espécies tanto animais como vegetais que eram consumidas pelos antigos
caçadores e coletores. O homem do período neolítico foi forçado a estabelecer novas
formas de relacionamento com a natureza, passando a manipular e controlar a
reprodução de animais como ovelhas e cabras e plantas como trigo e cevada.
O homem com o desenvolvimento da agricultura e da criação de
animais foi aos poucos deixando de ser nômade e passando a viver em grupos, ou
seja, em aldeia. Ao mesmo tempo desenvolveu a acumulação de bens, como rebanhos,
grãos armazenados em celeiros, objetos de trabalho como foices, enxadas, pedras
de moinho e objetos de adornos, cerâmicas decoradas e armas. Isso acabou representando
um incentivo para guerra.
Há evidências de que o fogo já era utilizado pelo homem na
Europa e na Ásia, no período Paleolítico. O período paleolítico está para as
sociedades de caçadores-coletores assim como o período neolítico está para
agricultura e a criação de animais. Tanto no período paleolítico como no período
neolítico referem-se à forma de tratamento da pedra.
O período denominado paleolítico se inicia há aproximadamente
8000 a.C. e se estende até, aproximadamente quatro milhões de anos, e se
estende até cerca de 10000 anos.
O período denominado como neolítico se inicia há
aproximadamente 8000 a.C. e se estende até, aproximadamente, 4000 a.C.
O Paleolítico é caracterizado como período da pedra lascada,
em que o homem era nômade e travava a luta pela sobrevivência tendo por base a
caça, a pesca e a coleta.
Sobre “Revolução Neolítica”, também conhecida como “Revolução
Agrícola”, teve início devido a vários fatores, entre quais as mudanças
climáticas de repercussão planetária e ao aumento da população humana em certas
áreas do globo.
Sabemos que o surgimento da agricultura e seu uso intensivo
pelo homem ocorreram em tempos diferentes, no Oriente Próximo (Egito e Mesopotâmia)
e na Ásia (Índia e China) e na América (México e Peru).
2001/2002
Polis quer dizer cidade. Significava para os
gregos, a arte de governar a cidade. Pode ser definida com a luta pelo poder,
ou seja, o jogo de forças para a conquista do poder ou para permanência deste. Deu
origem a palavra política
Existem vários fatore que
justificam o desenvolvimento da política, entre eles podemos citar
separação do poder político, separação da autoridade militar do poder civil, criação
do espaço público.
Retratam um indivíduo político – refletir – argumentar – discernir –
analisar - competência para pensar.
ESPAÇO GEOGRÁFICO RURAL
Surgem assim novas paisagens:
- Paisagem Rural
- Paisagem Urbana
- Paisagem Natural – aquela que não sofreu nenhuma ação humana. As transformações ocorrem pela ação dos elementos da natureza: furacões, chuvas, rios, neve, vulcões etc.
Esses
elementos modificam a paisagem normalmente em longos ciclos.
Quando
temos a ação humana na natureza, determinamos o espaço como “espaço geográfico”.
Dois
aspectos principais que caracterizam o chamado Espaço Geográfico:
·
As transformações
foram rápidas. Os elementos naturais foram quase que eliminados.
Como exemplo, temos os grandes centros urbanos.
Como exemplo, temos os grandes centros urbanos.
·
Organização do
espaço.
O
homem no espaço natural com funções específicas:
- Exploração de minérios
- Obtenção de água
- Produção de alimentos
- Extração de madeiras
- Lazer
- Estradas
Tudo
isso transforma os espaços naturais em espaço geográfico.
- Cada espaço geográfico tem uma função diferente e características próprias.
- A transformação do espaço natural incialmente é baseada na economia predatória:
Os grupos humanos
existentes retiram tudo que precisavam da natureza como a coleta de frutos,
raízes, caça e pesca.
-
Esse período é denominado de Período Paleolítico. Nesse período usavam-se
instrumentos e armas rudimentares, onde a maioria era feitos com pedras
lascadas (Idade da Pedra Lascada).
-
Período
Paleolítico é marcado também pela descoberta do fogo, machados e arco e
flecha.
Obs.: Os agrupamentos urbanos se deslocavam em busca de alimentos e clima
mais agradável. (Nomadismo)
-
Período
Neolítico – Idade da Pedra Polida. Característica desse período são os
agrupamentos humanos que se fixam (sedentarização), a descoberta da agricultura
e pecuária.
Obs.: Surgem os primeiros núcleos do espaço geográfico
rural.
-
Toda essa transformação, assinala a passagem da Pré-história para a História –
Produção Agrícola.
-
A partir deste momento, o homem passa a ter um domínio maior sobre a natureza
como armazenamento de cereais, frutas, carne, etc.
-
As primeiras aglomerações surgiram nos vales dos rios Nilo (África), Tigre e
Eufrates, Ganges e Amarelo.
-
Novas técnicas e invenções surgem: cerâmica, tecelagem, roda, moinhos e
fundição de metais.
-
O Espaço Rural depende da natureza. Elementos essenciais: água, alimentos e
energia.
-
Os elementos por mais artificiais que pareçam, tem como base as matérias-primas
que são provenientes da natureza.
-
O homem com essa necessidade, acabou provocando profundas transformações ao
meio.
-
As alterações foram rápidas, resultando em alguns problemas.
-
A natureza não tem tempo repor todos os recursos renováveis. Isso se deve:
- A aceleração do crescimento populacional
- Rápida urbanização
- Inserção de pessoas na sociedade de consumo
- Aumento do volume dos produtos industrializados
- O
processo é acelerado, o que resulta na dificuldade de encontrar soluções
rápidas a fim de amenizar tal impacto ao meio ambiente.
-
Muitos recursos podem vir a refletir, como exemplo, temos a questão da água em
algumas partes do mundo, inclusive no Brasil.
-
A natureza não determina o homem e nem o homem a natureza, mas há uma interelação
entre o homem e a natureza.
-
Os recursos naturais estão distribuídos de maneira irregular, o que pode
influenciar a organização socioeconômica humana.
-
As novas tecnologias tem buscado diminuir a influência da natureza sobre a
humanidade. Exemplo: irrigação em lugares desérticos.
-
Infelizmente, nem todos detém de tais tecnologias. Algumas sociedades por
possuírem mais recursos, desfrutam destas modernidades.
-
A natureza impõem limites.
·
Mesmo como toda a
modernidade, o homem não rompeu definitivamente com a natureza.
·
Existem as
barreiras climáticas, locais inóspitos que dificultam à agropecuária.
·
Alguns produtos
aqui fáceis de serem produzidos tornam-se raros em países de clima temperado.
·
Os climas representam
o limite mais evidente para a agropecuária.
·
Áreas polares, as
altas montanhas, regiões semiáridas e áridas, são difíceis para o cultivo.
Mesmo com as novas tecnologias, seus custos são altos.
Obs.: As áreas de difícil ocupação humana recebe o nome
de anecúmenos.
-
A humanidade como distribuidora de espécies:
·
Século XV temos
as grandes navegações – ocorre o processo de aceleração das espécies.
- Nos
dias de hoje, o contrabando de espécies raras, continuam, no caso para as
indústrias farmacêuticas (biopirataria).
-
A Amazônia e o Cerrado são dos dois grandes biomas brasileiros que sofrem com a
biopirataria, em razão da sua biodiversidade.
-
Os avanços tecnológicos tem permitido o processo de expansão das áreas onde são
cultivadas as diferentes espécies de vegetais:
- Aumento das áreas cultiváveis – áreas até então impróprias para o cultivo como zonas áridas e semiáridas, hoje são produtivas. Uso sistema de gotejamento, irrigação, adubação química do solo, reviramento do solo e etc.
- Aumento das áreas cultiváveis – áreas até então impróprias para o cultivo como zonas áridas e semiáridas, hoje são produtivas. Uso sistema de gotejamento, irrigação, adubação química do solo, reviramento do solo e etc.
· Aumento das áreas
cultiváveis – áreas até então impróprias para o cultivo como zonas áridas e
semiáridas, hoje são produtivas. Uso sistema de gotejamento, irrigação,
adubação química do solo, reviramento do solo e etc.
· Tudo isso,
colabora para o aumento da produtividade. As pesquisas em biotecnologia na criação
de sementes e plantas mais resistentes a pragas, evolução de técnicas e
instrumentos agrícolas.
ESPAÇO
RURAL
As
três primeiras atividades econômicas do meio rural:
- Extrativismo (vegetal e animal)
- Agricultura
- Pecuária
-
Coma Revolução Industrial, aumenta-se o cultivo de plantas (meados do século
XIX)
·
Grande crescimento
populacional – maior demanda por produtos agrícolas para a alimentação e
vestuário.
·
As áreas cultiváveis
do mundo representam somente 14,9%. Os obstáculos como áreas áridas, desertos,
geleiras e montanhas, dificultam o cultivo, daí da forte intervenção humana.
·
O habitat rural
vai variar de região para região.
-
Habitat rural tradicional – caracterizada pela dependência da força de trabalho
humana e animal. Isolamento da economia moderna. Pouco ou nenhum contato com as
cidades. Pode ser disperso ou aglomerado.
-
Habitat rural moderno – comum em países desenvolvidos e em alguns países
subdesenvolvidos industrializados. São modernas e mecanizadas. Integração a
economia mais moderna e as cidades. Relação campo-cidade. O campo fornece alimentos
e matérias-primas e a cidade em troca fornece maquinários agrícolas, adubos,
pesticidas e etc.
-
Esvaziamento do Espaço Rural
O campo
vem sofrendo, esvaziamento. O processo de esvaziamento acelera a partir do
século XIX com a Revolução Industrial.
O
processo de urbanização é desigual. País desenvolvido tem maior urbanização e
um campo mais vazio.
AGROINDÚSTRIA
- Foi
impulsionada com o fim do colonialismo e ampliação da Revolução Industrial.
O
processo de desenvolvimento da agroindústria, só se desenvolveu em razão da
expansão da urbanização. O processo de urbanização provoca uma necessidade maior
de produtos (matérias-primas), daí da sua modernização. Utiliza-se um número,
reduzido de mão de obra, pois o emprego de novas tecnologias substitui o homem.
O uso de trabalhadores permanentes é baixo (motoristas, agrônomos e
veterinários). Temos os temporários. Aqui no Brasil são os boias-frias. No EUA,
os imigrantes ilegais servem de mão de obra para as lavouras.
-
Década de 1970 – expansão da agroindústria no Brasil. Produção de
cana-de-açúcar. Crise do Petróleo em 1973 – Governo cria o Proálcool.
- As
nossas lavouras hoje, sofre com a redução da mão de obra temporária,
especialmente na época de colheitas como a cana de açúcar.
-
Motivos da Redução – introdução das máquinas agrícolas, mecanização do campo,
mão de obra especializada.
-
Consequências – êxodo rural, que vai provocar inchaços urbanos nas pequenas e médias
cidades, originando bairros pobres, periferia, problemas tipos de cidades grandes.
- No
Brasil, a agroindústria expande-se desde 1970. No centro-sul surgem grandes
complexos.
- A
soja depois da cana-de-açúcar ganha espaço na agroindústria. Inicialmente foi
cultivada no sul do país e depois passo a ser cultivada no centro-oeste. O cultivo
no centro-oeste deu-se em razão do emprego de tecnologias na qualidade das
sementes e na correção dos solos ácidos (sistema de calagem).
- Oeste de SP e o Triângulo Mineiro - áreas modernizadas do país com criação de gado e confinado e ração balanceada.
- Oeste de SP e o Triângulo Mineiro - áreas modernizadas do país com criação de gado e confinado e ração balanceada.
AGRICULTURA DE SUBSISTÊNCIA
-
É aquela onde o camponês produz o necessário para atender as necessidades de sua
família, o que resta, ele pode até negociar ou trocar. Utilizam-se técnicas
rudimentares, trabalho manual, às vezes com tração animal e baixa
produtividade.
AGRICULTURA
DE PLATATIONS
- Desenvolvida
a partir do século XVI, quando os europeus ampliaram sua expansão colonial na
África, Ásia e América. Os portugueses foram os primeiros a instalar esse tipo
de agricultura (Açores). A mão de obra era escrava (africana), grandes
propriedades (latifúndios), produção voltada para o mercado externo,
monocultura (produto tropical).
A QUESTÃO AGRÁRIA NO BRASIL
Grande concentração de terras, confronto inicialmente com os indígenas, terras distribuídas pela Coroa Portuguesa (capitanias hereditárias). A partir do século XIX temos a formação de grandes massas camponesas (fim da escravidão e a vinda de imigrantes).
Século XX - aumento da população rural quanto a concentração de propriedades. - Agrava mais ainda a questão agrária brasileira.
1960 - As leis desta década acaba gerando o quadro atual - fim do colonato e a expulsão do trabalhador rural.
- A estrutura agrária no Brasil apresenta-se concentrada nas mãos de uma minoria.
- Tal situação data do Brasil Colônia:
A QUESTÃO AGRÁRIA NO BRASIL
Grande concentração de terras, confronto inicialmente com os indígenas, terras distribuídas pela Coroa Portuguesa (capitanias hereditárias). A partir do século XIX temos a formação de grandes massas camponesas (fim da escravidão e a vinda de imigrantes).
Século XX - aumento da população rural quanto a concentração de propriedades. - Agrava mais ainda a questão agrária brasileira.
1960 - As leis desta década acaba gerando o quadro atual - fim do colonato e a expulsão do trabalhador rural.
- A estrutura agrária no Brasil apresenta-se concentrada nas mãos de uma minoria.
- Tal situação data do Brasil Colônia:
- princípio uti possidetis - posse pelo uso.
- cultivo da cana-de-açúcar, utilizavam-se grandes propriedades.
- século XIX - nova atividade agrícola (café).
Café - Vale do Paraíba (RJ) - (interiorização) oeste paulista (SP) - formação de uma elite que domina a política e a economia do país (café com leite).
- Sudeste torna-se a região mais rica.
- Junto a produção de café, permiti-se a a agricultura de subsistência. Inicialmente com os escravos, mais tarde os imigrantes. Muitos trabalhadores passam a ser assalariados permanentes, mas sem registro, nem o recolhimento de benefícios e encargos sociais.
1964 - novas leis impostas pelos militares - 13º salário e férias remuneradas. Tais medidas resultam em dispensas nas fazendas e acaba gerando aumento do êxodo rural. migrações para o centro-oeste em busca de novas terras e surgimento dos sem-terras.
- A região do sul é a única que diferencia-se de ocupação agrícola:
- propriedade de pequeno porte (minifúndios)
- trabalhadores (colonos europeus) (famílias)
- Policultura
- clima diferenciado
- produção para o comércio e sua subsistência
- garantir a soberania nacional
No governo militar, Castelo Branco sancionou a lei 4504, que tratava do Estatuto da Terra. Até então, foi o melhor proposta organizada de reforma agrária no Brasil. Infelizmente esse projeto acabou sendo marginalizada.
Observação:
- Grileiro - termo dado a pessoa que forjam documentos, subornando cartórios, se tornado dono das de terras muitas vezes já ocupada por famílias a anos ou até reservas indígenas, causando conflitos.
O termo grileiro vem do costume de se colocar grilos dentro de uma caixa com os documentos forjados para esses adquirirem aspecto envelhecido por conta dos excrementos dos grilos.
- Uti possidetis - é um princípio de direito internacional segundo o qual os países que de fato ocupam um território possuem direito de posse sobre este.
Pelo Uti Possidetis a terra deveria ser ocupada por aqueles já se encontravam estabelecidos nela, com residência fixa e trabalho nas redondezas. Desta forma os portugueses se firmaram no grande território que hoje forma o Brasil.
Se pararmos para analisar a aplicação desse princípio, observaremos quem de fato teria direito, seria os indígenas que aqui já habitam antes dos portugueses, portanto, os verdadeiro donos.
- Sabemos que o processo de concentração fundiária caminha junto à industrialização da agropecuária com predomínio de capitais. Os pequenos agricultores não conseguem competir e são forçados a abandonar suas lavouras de subsistência e vender suas terras. A mecanização também contribui para a redução do trabalho humano, exigindo especialização de funções. Observamos um aumento do trabalho assalariado e de diaristas.
Observação:
- Grileiro - termo dado a pessoa que forjam documentos, subornando cartórios, se tornado dono das de terras muitas vezes já ocupada por famílias a anos ou até reservas indígenas, causando conflitos.
O termo grileiro vem do costume de se colocar grilos dentro de uma caixa com os documentos forjados para esses adquirirem aspecto envelhecido por conta dos excrementos dos grilos.
- Uti possidetis - é um princípio de direito internacional segundo o qual os países que de fato ocupam um território possuem direito de posse sobre este.
Pelo Uti Possidetis a terra deveria ser ocupada por aqueles já se encontravam estabelecidos nela, com residência fixa e trabalho nas redondezas. Desta forma os portugueses se firmaram no grande território que hoje forma o Brasil.
Se pararmos para analisar a aplicação desse princípio, observaremos quem de fato teria direito, seria os indígenas que aqui já habitam antes dos portugueses, portanto, os verdadeiro donos.
- Sabemos que o processo de concentração fundiária caminha junto à industrialização da agropecuária com predomínio de capitais. Os pequenos agricultores não conseguem competir e são forçados a abandonar suas lavouras de subsistência e vender suas terras. A mecanização também contribui para a redução do trabalho humano, exigindo especialização de funções. Observamos um aumento do trabalho assalariado e de diaristas.




