Urbanização no Brasil

Primeiro vamos ao que é urbanização:

É o aumento da proporção da população que vive nas cidades em relação à que vive no campo. No Brasil o processo de urbanização iniciou-se no século XX. Deu-se em razão doo processo de industrialização. Podemos afirmar que funcionou como um dos principais fatores para o deslocamento da população da área rural em direção a área urbana, o que chamamos de êxodo rural.

Acabou provocando a mudança de um modelo agrário-exportador para um modelo urbano-industrial. Hoje, mais de 80% da população brasileira vive em áreas urbanas o que equivale aos níveis de urbanização dos países desenvolvidos. O processo de urbanização atualmente é mais acelerada, em países em desenvolvimento, como o Brasil. A partir de 2008, a população urbana mundial é maior que a rural, e essa proporção continua crescendo.

Vamos observar como a evolução do Brasil no processo de urbanização:

1950 – Brasil rural – A nossa política agroexportadora predominava principalmente com a exportação do café.

Com o processo de industrialização na década de 1930, observamos uma saída do homem do campo para as cidades.

Então podemos afirmar que o processo de Êxodo Rural, está associado como foi dito acima, ao início do nosso processo de industrialização como também, a mecanização do campo assim como a nossa estrutura fundiária que permanece concentrada.

 Em 1940, somente 31% da população viviam nas cidades. A intensificação do processo de urbanização do Brasil está associada a industrialização promovida pelo Estado, representado por Getúlio Vargas com a criação das primeiras indústrias de base e por Juscelino Kubitschek que abriu as portas ao capital estrangeiro, atraindo indústrias de bens de consumo duráveis e gerando assim a formação de um mercado interno integrado na região Sudeste, tornando-a uma área de atração para os brasileiros de outras regiões.

A região Sudeste por apresentar melhor infraestrutura, o que dava condição para a concentração de indústrias, acaba promovendo uma forte

 A partir de 1970, mais da metade dos brasileiros já se encontrava em áreas urbanas, cuja oferta de emprego e de serviços, como saúde, educação e transporte, eram maiores. Em 60 anos, a população rural aumentou cerca de 12%, enquanto que a população urbana passou de 13 milhões de habitantes para 138 milhões, um aumento de mais de 1.000%.

O processo de urbanização no Brasil ocorreu de maneira rápida e desordenada, ao longo do século XX, com a grande migração da população, que trocou o meio rural pelas novas oportunidades oferecidas pelas cidades.

O crescimento e o desenvolvimento do Brasil impulsionaram o surgimento de diversas cidades, principalmente com a implementação de variadas indústrias, que possibilitaram novos empregos, atraindo a população que vivia no campo para a cidade.

O processo de urbanização do Brasil, não ocorreu da mesma forma em todo o país. Algumas regiões brasileiras urbanizaram-se mais do que outras em razão das políticas públicas (que incentivaram determinadas áreas e outras não).

As regiões Sul e Sudeste destacam-se porque possuem uma concentração maior de áreas urbanas.

Infelizmente a falta de planejamento urbano e o crescimento acelerado trouxeram algumas consequências para esses centros urbanos, tais como:

  • ·    problemas de saneamento básico (como tratamento de distribuição de água e esgoto), congestionamento (em razão da falta de espaço nas ruas);
  • ·    falta de moradias o que gera o surgimento das favelas;
  • ·    a economia informal como diarista, ambulantes, flanelinhas crescem;
  • ·    aumento da marginalidade, tráfico de drogas e usuários e prostituição;
  • ·    poluição ambiental, falta de áreas verdes (como praças e bosques);
  • ·  indústrias e residências na mesma área (ocasionando problemas ambientais e de saúde), barulho, violência;
  • ·     Crescimento da mendicância;

Tudo isso resultam em má qualidade de vida para a sociedade.

Vamos agora por tópico:
Favelização:
São ocupações irregulares nas principais capitais brasileiras, como Rio de Janeiro e São Paulo, serão fruto do grande fluxo migratório em direção às áreas de maior oferta de emprego do país. A falta de uma política habitacional acabou contribuindo para o aumento acelerado das favelas no Brasil.

A questão da Violência Urbana
 Mesmo com o crescimento industrial do país e com a grande oferta de emprego nas cidades do sudeste, não havia oportunidades de emprego o bastante para o grande fluxo populacional que havia se deslocado em um curto espaço de tempo. Por essa razão, o número de desempregados também era grande, o que passou a gerar um aumento dos roubos, furtos, e demais tipos de violência relacionadas às áreas urbanas.

Questão ambiental

A questão da Poluição

O grande número de indústrias, automóveis e de habitantes vai impactar o aumento das emissões de gases poluentes, assim como com a contaminação dos lençóis freáticos e rios dos principais centros urbanos.

Enchentes – A impermeabilização do solo pelo asfaltamento e edificações, associado ao desmatamento e ao lixo industrial e residencial, fazem com que o problemas das enchentes seja algo comum nas grandes cidades brasileiras.
Ocorreu no Brasil o planejamento urbano para a criação de algumas cidades, onde destacamos a capital federal, Brasília. O planejamento urbano serve para evitar os problemas que ocorrem com as cidades que crescem rapidamente e não têm um acompanhamento adequado.
Esses centros planejados possuem estudos para fluxos de automóveis (que evitam o congestionamento), bairros para moradias, distritos industriais separados das moradias, áreas verdes, entre outros pontos fundamentais para oferecer uma melhor qualidade de vida para a população que ali habita.

Observamos agora as desigualdades

As desigualdades econômicas e a dificuldade de determinadas regiões em se inserirem na economia nacional, possibilitou a ocorrência de uma urbanização diferenciada em cada uma das regiões brasileiras.

A região Sudeste, por concentrar a maior parte das indústrias do país, foi a que recebeu grandes fluxos migratórios vindos da área rural, principalmente da região nordeste. Ao analisarmos a tabela abaixo, observamos que o Sudeste é a região que apresenta as maiores taxas de urbanização dos últimos 70 anos. A partir de 1960, com 57%, foi a primeira região a registrar uma superioridade de habitantes vivendo na área urbana em relação à população rural.

Na região Centro-Oeste, o processo de urbanização teve como principal fator a construção de Brasília, em 1960, que atraiu milhares de trabalhadores, a maior parte deles vindos das regiões Norte e Nordeste. Desde o final da década de 1960 e início da década de 1970, o Centro-Oeste tornou-se a segunda região mais urbanizada do país.

Taxa de Urbanização das Regiões Brasileiras (IBGE)
Região
1940
1950
1960
1970
1980
1991
2000
2007
2010
Brasil
31,24
36,16
44,67
55,92
67,59
75,59
81,23
83,48
84,36
Norte
27,75
31,49
37,38
45,13
51,65
59,05
69,83
76,43
73,53
Nordeste
23,42
26,4
33,89
41,81
50,46
60,65
69,04
71,76
73,13
Sudeste
39,42
47,55
57
72,68
82,81
88,02
90,52
92,03
92,95
Sul
27,73
29,5
37,1
44,27
62,41
74,12
80,94
82,9
84,93
Centro Oeste
21,52
24,38
34,22
48,04
67,79
81,28
86,73
86,81
88,8

A urbanização na região Sul foi lenta até a década de 1970, em razão de suas características econômicas de predomínio da propriedade familiar e da policultura, pois um número reduzido de trabalhadores rurais acabava migrando para as áreas urbanas.

A região Nordeste é a que apresenta hoje a menor taxa de urbanização no Brasil. Essa fraca urbanização está apoiada no fato de que dessa região partiram várias correntes migratórias para o restante do país e, além disso, o pequeno desenvolvimento econômico das cidades nordestinas não era capaz de atrair a sua própria população rural.

Até a década de 60 a Região Norte era a segunda mais urbanizada do país, porém a concentração da economia do país no Sudeste e o fluxo de migrantes dessa para outras regiões, fez com que o crescimento relativo da população urbana regional diminuísse.

Os centros de convergência das populações que saem da área rural são as principais áreas metropolitanas do Brasil: 
·    
  •  metrópoles nacionais – Grande São Paulo e Grande Rio de Janeiro;
  •  metrópoles regionais – Grande Belo Horizonte, Grande Recife. Grande Porto Alegre, Grande Salvador, Grande Fortaleza, Grande Curitiba, Grande Belém e Grande Vitória.

As metrópoles são os centros de primeira grandeza no interior da rede urbana, e exercem o papel controlador de fluxos de capitais, mercadorias e pessoas (SCARLATTO, 1995). Constituem-se num produto da economia de mercado, afetadas direta ou indiretamente pela industrialização.

Nas metrópoles, onde as condições de acumulação de capital e da reprodução da força de trabalho podem ser mais plenamente realizadas, os processos sociais produzem forma, movimento e conteúdo sobre o espaço urbano. Entre os processos sociais e a organização espacial aparece um elemento mediador – os processos espaciais, responsáveis pela organização espacial complexa das metrópoles modernas. São os processos de centralização, descentralização, coesão, segregação, invasão-sucessão e de inércia.

As regiões metropolitanas são conjuntos de cidades definidas por lei e devem ser objeto de planejamento conjunto pelo poder público. As primeiras regiões metropolitanas foram estabelecidas pela Lei Complementar 14, de1973, em número de nove. A partir de 1988, a Constituição determinou que a criação de regiões metropolitanas é de responsabilidade da legislação estadual. Até 2004 foram criadas 28 regiões metropolitanas  e 03 regiões de desenvolvimento integrado – RIDE (IBGE/EMPLASA, 2007).

Para que as regiões metropolitanas sejam assim consideradas, faz-se necessário que se constituam em áreas urbanas conurbadas, a população do principal município seja de, pelo menos, 800 mil habitantes ou, em casos de população inferior, que sua densidade demográfica seja igual ou maior que 60 hab./km2 e mais de 65% de sua população economicamente ativa (PEA) desenvolva atividades urbanas e (PANGEA, 2007). A metrópole é a cidade-sede da região metropolitana.


Conurbação é o processo de integração espacial das áreas urbanas de cidades contíguas, acarretado pela expansão populacional e espacial decorrente do processo de urbanização. 

As cidades conurbadas apresentam uma única mancha urbana.

Megalópole refere-se à conurbação de duas ou mais metrópoles

A primeira megalópole brasileira se formaria com a ligação das Região Metropolitana de São Paulo, Campinas e Baixada Santista, além das cidades localizadas nos eixos rodoviários do Vale do Paraíba (Via Dutra) e da Rodovia Castello Branco.

Vamos agora a classificações:

Grande Metrópole Nacional: A cidade de São Paulo é única nesse nível.

Metrópole Nacional: Rio de Janeiro e Brasília são as cidades que fazem parte desse nível.

Metrópole: São 9 cidades nesse nível, sendo elas Manaus, Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Curitiba, Goiânia e Porto Alegre.

Capital Regional – Neste nível, são 70 cidades em que a escala de influência restringe-se somente ao âmbito regional e estadual. Esse nível também possui três subdivisões:

Capital Regional A: nível constituído por 11 cidades brasileiras, com uma população média de 955 mil habitantes.

Capital Regional B: constituído por 20 cidades, com uma média de população de 435 mil habitantes.

Capital Regional C: constituído por 39 cidades, com uma média populacional de 250 mil habitantes.

Centro sub-regional: São 164 cidades que compõem esse nível, sendo que a escala de influência  delas gira em torno da escala regional, geralmente nos municípios circunvizinhos. Esse nível possui duas subdivisões:

Centro sub-regional A: são 85 cidades, com uma média populacional de 95 mil habitantes.

Centro sub-regional B: constituído por 79 cidades, com uma população média de 71 mil habitantes. 

Centro de zona – é um nível hierárquico composto por 556 cidades de pequeno porte, com um poder de influência bem restrito a municípios próximos, subdividindo-se em:

Centro de Zona A: formado por 192 cidades, com média populacional de 45 mil habitantes.

Centro de Zona B: composto por 364 cidades, com a população estando numa média de 23 mil habitantes.

Centro local – é formado pelas demais 4473 cidades brasileiras, com um poder de influência que não extrapola seus limites municipais, com a população sempre abaixo de 10 mil habitantes.

Cidades Globais

Também conhecidas como metrópoles mundiais, as cidades globais são aquelas que possuem influência em nível mundial. Portanto, as cidades globais possuem influência nos centros urbanos do próprio país e também em regiões de outros países do mesmo e de outros continentes.

 Importância

As cidades globais possuem grande importância para a economia mundial. Recebem estudantes, trabalhadores qualificados e pesquisadores do mundo todo. Geram, além de riqueza, quantidade significativa de conhecimentos científicos de qualidade. Em função da vida cultural dinâmica, são também importantes centros culturais, recendo grandes quantidades de turistas anualmente. São importantes no processo de globalização econômica e cultural, que vem ocorrendo no mundo nas últimas décadas.

Principais características:

- Elevada concentração populacional;

- Economia forte, dinâmica e diversificada;

- Forte urbanização;

- Mercado de trabalho intenso, dinâmico e diversificado;

- Elevada diversidade de serviços (administrativos, educacionais, financeiros, científicos e tecnológicos);

- Existência de diversificadas opções culturais (museus, galerias de arte, centros culturais);

- Existência de instituições de ensino e centros de pesquisa de alta qualidade;

- Setor de telecomunicações com elevado nível de desenvolvimento tecnológico;

- Bolsa de valores com importância no mercado financeiro internacional;

- Sistema de transportes complexos e diversificados (rodoviárias, metro, avenidas, aeroporto internacional, etc);

- Possuem sede de bancos e empresas multinacionais.

As cidades mais influentes do mundo foram classificadas em três diferentes classes (Alfa, Beta e Gama). Sendo a classe Alfa as cidades de maior influência no planeta, a Beta, intermediária, e a Gama corresponde às cidades globais de menor expressão mundial.

Grupo Alfa – Esse grupo é representado por cidades como: Londres, Nova Iorque, aris, Tóquio, Los Angeles, Chicago, Frankfurt, Milão.

Grupo Beta – Entre as cidades desse grupo podemos destacar: São Francisco, Sidney, São Paulo, Cidade do México, Madri.

Grupo Gama – É o grupo que possui a maior quantidade de cidades, atualmente são 35, entre elas estão: Pequim, Boston, Washington, Munique, Caracas, Roma, Berlim, Amsterdã, Miami, Buenos Aires.

Fontes:


domingo, 2 de agosto de 2015
Posted by Francisco Geo

ESTADO ISLÂMICO


Vamos entender o que é o Estado Islâmico?

O surgimento do Estado Islâmico que já é conhecido pela sigla El, tem sua origem no grupo terroristas Al-Qaeda do Iraque. Em razão da derrubada do ditador Saddam Hussein pelos EUA, o grupo Al-Qaeda fica enfraquecido. A crise política ocorrida no Iraque deu origem ao surgimento do grupo terrorista El, pois a Al-Qaeda no qual tinha uma grande atuação no território iraquiano e parte da Síria, faz nascer o El, porém, com muitas ações mais radicais que a Al-Qaeda. As ações praticadas pelo grupo EI, por serem mais extremista, acabou provocando a separação entre as organizações terroristas. O EI está fundamentada na ideologia pan-islâmica de Sayyid Qutb, antigo líder da Irmandade Muçulmana. 

O grupo terrorista Estado Islâmico, tem como objetivo expandir o seu califado por todo o Oriente Médio, além de estabelecer conexões na Europa e outras regiões do planeta, através de atentados para lhe conferir autoridade. 


Parte do território da Síria e do Iraque estão sob domínio de grupo extremista islâmico sunita. Aproveitando-se  da fragilidade política desses países, o grupo islâmico autoproclamou um Califado Islâmico espalhando o terror por toda essa região e deixando o mundo em alerta.


Califa é o nome dado ao sucessor do profeta Maomé. O Califado é um modelo político criado no século VII, após a morte do líder religioso Maomé, no qual é atribuído poderes em que lhe permite a aplicação da lei islâmica. 

O que chama atenção é o fato da adesão de pessoas simpatizantes não islâmicos e sendo de origem europeia a esse grupo EI. Jovens do ocidente tem se oferecido para fazer parte do grupo e servi-los para o seu propósito e com isso traz preocupação aos estados europeus, pois podem ser treinados para atuar no próprio solo europeu.

Segundo o secretário de Defesa americano, Chuck Hagel, diz que o Estado Islâmico não é 'apenas um grupo terrorista'. "Eles unem ideologia com sofisticação militar e são extremamente bem financiados. Vai além de tudo o que nós já vimos", ele afirma.

fontes: 
http://g1.globo.com/fantastico/noticia/
www.historiadomundo.com.br

  
  


segunda-feira, 13 de abril de 2015
Posted by Francisco Geo

ESPAÇO RURAL


O solo é um recurso fundamental para a sobrevivência da humanidade, pois dele tiramos grande parte dos nossos alimentos. A cobertura vegetal é de grande importância na proteção do solo. O maior impacto que o solo sofre é com a erosão. A ocorrência se dá em razão pela retirada da cobertura vegetal, tornando propício a processos erosivos.

Como podemos proteger os nossos solos? Vamos lá!

- Como já foi dito acima, a cobertura vegetal é de suma importância, pois protege os solos dos processos erosivos. A gota da chuva ao cair numa aŕea sem cobertura vegetal acaba retirando todos os nutrientes do solo (erosão por splash) e, com isso, temos o processo de lixiviação. 
 

- A realização do plantio acompanhado de uma curva de nível, é muito importante. A curva de nível evita que a água da chuva desça a vertente com grande velocidade, assim evita a erosão.

- A consorciação de culturas tem suas vantagens.  Por exemplo, o consórcio de  lavouras com o plantio de vegetais como o eucalipto, bambu e cana-de-açúcar, funcionam como barreira de proteção em relação à erosão eólica e pluvial.

- É de suma importância a preservação e conservação de matas ciliares, pois estes protegem os nossos mananciais, impedindo que as águas da chuvas transportes sedimentos, cascalhos para o fundo dos rios (talvegue), assim não tendo o perigo do assoreamento.

- Outra prática seria preservar as regiões acidentadas evitando o desenvolvimento da agricultura, assim como as áreas de solos frágeis que facilmente são afetadas com a erosão.

Vamos entender por que de tanto desmatamento na maior floresta do mundo.
  • Podemos apontar que as principais causas começam com a retirada da madeira, de forma ilegal. Tais madeiras são madeiras de lei, que tem o seu valor destinadas ao comércio.
  • Outra situação seria as queimadas ilegais, para da lugar as pastagens (criação de gado) e também para culturas, principalmente  a soja.
  • Os assentamentos humanos também aparecem como consequência do desmatamento, resultado do crescimento populacional na região.
Infelizmente o resultado de tudo isso é a extinção das nossas espécies de vegetais e de animais onde encontramos espécies endêmicas. Tudo isso provoca um desequilíbrio na floresta Amazônica, lembrando que as queimadas também resultam no aumento da poluição do ar.

Tipos de solos:
  • Nos países de clima temperado, temos os solos ricos em nutrientes como o tchernozion (tcherno = negrume - zion = terra), tem extraordinária fertilidade. São solos de coloração negra, rico em húmus. Esse tipo de solo é encontrado na Ucrânia e na Rússia.
  • Os solos podzólicos também de clima temperado, são poucos profundos, fértil e ácido.
  • Os solos eluviais são solo que surgem da degradação da rocha no próprio local. Com o exemplo, podemos citar o massapé e as terras roxas e a laterita. No massapé, litoral da região nordeste temos a cultura da cana de açúcar introduzida pelos portugueses em razão da boa qualidade do solo. Nas terras roxas, (oeste de São Paulo  associamos a cultura do café.
  • Os solos aluviais são solos formados pelo transporte de materiais feito pelas águas correntes ou pelo vento. Como exemplo, citamos os solos de várzea e o loess.

- Sobre o uso da água, observamos hoje que a atividade agrícola é a que mais se utiliza desse recurso. Para se ter uma ideia, à produção de um quilo de soja, por exemplo, são utilizados milhares de litros de água.

- Os EUA é uma grande potência agrícola atualmente. Essa potencialidade apresenta modelos diferentes de políticas para a agricultura, variando de acordo com os contextos históricos, geográficos e geológicos de cada localidade. Possui um elevado grau de protecionismo implementado pelo governo aos agricultores nacionais, bem como a elevada mecanização do processo produtivo em todas as suas etapas.

- Os avanços tecnológicos foi o grande aliado nessa potencialidade. A produção de sementes selecionadas e o alto grau de mecanização o tornam potência agrícola.  O intenso êxodo rural, reduziu em torno de menos de 3% da população empregada no campo. A redução nada significou, pois os EUA continua como o maior produtor agrícola de todo o mundo. 

O cultivo agrícola estadunidense se caracteriza  pelo zoneamento da produção, o que é assinalado pela formação dos belts, ou cinturões agrícolas.  Exemplos: o Dairy Belt (cinturão do leite), o Corn Belt (cinturão do milho), o Wheat Belt (cinturão do trigo) e Cotton Belt (cinturão do algodão).

- A alta mecanização do campo o que resulta em alta produção, devido as evoluções tecnológicas, emprega-se basicamente um pequeno grupo de pessoas que dispõem de especializações em técnicas e maquinários agrícolas.

- Lembrando que as principais potências agrícolas internacionais são, atualmente os EUA e a União Europeia, que buscam tanto o mercado externo como o interno.


  Entenda o que é o agronegócio:

  • conjunto da cadeia produtiva ligado à agropecuária;
  • inclui todas as atividades de indústria e serviços de antes, durante e depois da produção;
  • essa cadeia movimenta a economia, ao empregar trabalhadores, gerar renda e pagar impostos.  

Revolução Verde

Foi um programa financiado pelo grupo Rockefeller, sediado em Nova Iorque.

Esse nome foi designado para se referir aos processos de transformação tecnológica da produção agrícola, através de maquinários modernos e de estudos científicos avançados sobre os solos. 

A Revolução Verde surgiu com o propósito de aumentar a produção agrícola através de desenvolvimento de pesquisas em sementes, fertilização e utilização de maquinário.

A produção aumentou, porém, não acabou com a fome.

Resultou numa maior concentração de terras.

Agora é com vocês. Defina: laterização e lixiviação.

 

fontes: www.brasilescola.com
O espaço brasileiro  J. William Vesentini

 















Posted by Francisco Geo

ATENÇÃO TURMAS 1001/1002 - 2001/2002

Sociologia

O surgimento da Sociologia deu-se pela consolidação do sistema capitalista na Europa (séc. XIX), deu subsídios que serviram de base para seu surgimento como ciência particular. O homem passa a ser visto, do ponto de vista sociológico, a partir de sua inserção na sociedade e nos grupos sociais que a constituem. Aquilo que a sociologia estuda, constitui-se historicamente como o conjunto de relacionamentos que os homens estabeleceram entre si na vida em sociedade. Interessa a sociologia, não indivíduos isolados, mas inter-relacionados com os diferentes grupos sociais do quais fazem parte, como a escola, a família, as classes sociais etc.

Recordando:

Período Neolítico – o homem aprende a domesticar plantas e animais. Ficamos conhecendo a “Revolução Agrícola”
O início do Neolítico está diretamente ligado à transformação climática decorrente do fim da última glaciação, há 12.000 mil anos.

O aquecimento do nosso planeta acabou levando a extinção de muitas espécies tanto animais como vegetais que eram consumidas pelos antigos caçadores e coletores. O homem do período neolítico foi forçado a estabelecer novas formas de relacionamento com a natureza, passando a manipular e controlar a reprodução de animais como ovelhas e cabras e plantas como trigo e cevada.

O homem com o desenvolvimento da agricultura e da criação de animais foi aos poucos deixando de ser nômade e passando a viver em grupos, ou seja, em aldeia. Ao mesmo tempo desenvolveu a acumulação de bens, como rebanhos, grãos armazenados em celeiros, objetos de trabalho como foices, enxadas, pedras de moinho e objetos de adornos, cerâmicas decoradas e armas. Isso acabou representando um incentivo para guerra.

Há evidências de que o fogo já era utilizado pelo homem na Europa e na Ásia, no período Paleolítico. O período paleolítico está para as sociedades de caçadores-coletores assim como o período neolítico está para agricultura e a criação de animais. Tanto no período paleolítico como no período neolítico referem-se à forma de tratamento da pedra.

O período denominado paleolítico se inicia há aproximadamente 8000 a.C. e se estende até, aproximadamente quatro milhões de anos, e se estende até cerca de 10000 anos.
O período denominado como neolítico se inicia há aproximadamente 8000 a.C. e se estende até, aproximadamente, 4000 a.C.

O Paleolítico é caracterizado como período da pedra lascada, em que o homem era nômade e travava a luta pela sobrevivência tendo por base a caça, a pesca e a coleta.
Sobre “Revolução Neolítica”, também conhecida como “Revolução Agrícola”, teve início devido a vários fatores, entre quais as mudanças climáticas de repercussão planetária e ao aumento da população humana em certas áreas do globo.

Sabemos que o surgimento da agricultura e seu uso intensivo pelo homem ocorreram em tempos diferentes, no Oriente Próximo (Egito e Mesopotâmia) e na Ásia (Índia e China) e na América (México e Peru).



2001/2002

Polis quer dizer cidade. Significava para os gregos, a arte de governar a cidade. Pode ser definida com a luta pelo poder, ou seja, o jogo de forças para a conquista do poder ou para permanência deste. Deu origem a palavra política

Existem vários fatore que justificam o desenvolvimento da política, entre eles podemos citar separação do poder político, separação da autoridade militar do poder civil, criação do espaço público.
  
Retratam um indivíduo político – refletir – argumentar – discernir – analisar  - competência para pensar.



  

     
domingo, 12 de abril de 2015
Posted by Francisco Geo

ESPAÇO GEOGRÁFICO RURAL




O ser humano é o principal elemento de transformação do espaço.
Surgem assim novas paisagens:

  • Paisagem Rural
  • Paisagem Urbana
  • Paisagem Natural – aquela que não sofreu nenhuma ação humana. As transformações ocorrem pela ação dos elementos da natureza: furacões, chuvas, rios, neve, vulcões etc.

Esses elementos modificam a paisagem normalmente em longos ciclos.
Quando temos a ação humana na natureza, determinamos o espaço como “espaço geográfico”.

Dois aspectos principais que caracterizam o chamado Espaço Geográfico:

·         As transformações foram rápidas. Os elementos naturais foram quase que eliminados.
        Como exemplo, temos os grandes centros urbanos.
·         Organização do espaço.

O homem no espaço natural com funções específicas:

  • Exploração de minérios
  • Obtenção de água
  • Produção de alimentos
  • Extração de madeiras
  • Lazer
  • Estradas


Tudo isso transforma os espaços naturais em espaço geográfico.


  • Cada espaço geográfico tem uma função diferente e características próprias.
  • A transformação do espaço natural incialmente é baseada na economia predatória:
Os grupos humanos existentes retiram tudo que precisavam da natureza como a coleta de frutos, raízes, caça e pesca.

- Esse período é denominado de Período Paleolítico. Nesse período usavam-se instrumentos e armas rudimentares, onde a maioria era feitos com pedras lascadas (Idade da Pedra Lascada).

- Período Paleolítico é marcado também pela descoberta do fogo, machados e arco e flecha.

Obs.: Os agrupamentos urbanos se deslocavam em busca de alimentos e clima mais agradável. (Nomadismo)

- Período Neolítico – Idade da Pedra Polida. Característica desse período são os agrupamentos humanos que se fixam (sedentarização), a descoberta da agricultura e pecuária.

Obs.: Surgem os primeiros núcleos do espaço geográfico rural.

- Toda essa transformação, assinala a passagem da Pré-história para a História – Produção Agrícola.

- A partir deste momento, o homem passa a ter um domínio maior sobre a natureza como armazenamento de cereais, frutas, carne, etc.

- As primeiras aglomerações surgiram nos vales dos rios Nilo (África), Tigre e Eufrates, Ganges e Amarelo.

- Novas técnicas e invenções surgem: cerâmica, tecelagem, roda, moinhos e fundição de metais.

- O Espaço Rural depende da natureza. Elementos essenciais: água, alimentos e energia.

- Os elementos por mais artificiais que pareçam, tem como base as matérias-primas que são provenientes da natureza.

- O homem com essa necessidade, acabou provocando profundas transformações ao meio.

- As alterações foram rápidas, resultando em alguns problemas.

- A natureza não tem tempo repor todos os recursos renováveis. Isso se deve:


  • A aceleração do crescimento populacional
  • Rápida urbanização
  • Inserção de pessoas na sociedade de consumo
  • Aumento do volume dos produtos industrializados

- O processo é acelerado, o que resulta na dificuldade de encontrar soluções rápidas a fim de amenizar tal impacto ao meio ambiente.

- Muitos recursos podem vir a refletir, como exemplo, temos a questão da água em algumas partes do mundo, inclusive no Brasil.

- A natureza não determina o homem e nem o homem a natureza, mas há uma interelação entre o homem e a natureza.

- Os recursos naturais estão distribuídos de maneira irregular, o que pode influenciar a organização socioeconômica humana.

- As novas tecnologias tem buscado diminuir a influência da natureza sobre a humanidade. Exemplo: irrigação em lugares desérticos.

- Infelizmente, nem todos detém de tais tecnologias. Algumas sociedades por possuírem mais recursos, desfrutam destas modernidades.

- A natureza impõem limites.

·         Mesmo como toda a modernidade, o homem não rompeu definitivamente com a natureza.

·         Existem as barreiras climáticas, locais inóspitos que dificultam à agropecuária.

·         Alguns produtos aqui fáceis de serem produzidos tornam-se raros em países de clima temperado.

·         Os climas representam o limite mais evidente para a agropecuária.

·         Áreas polares, as altas montanhas, regiões semiáridas e áridas, são difíceis para o cultivo. Mesmo com as novas tecnologias, seus custos são altos.

Obs.: As áreas de difícil ocupação humana recebe o nome de anecúmenos.

- A humanidade como distribuidora de espécies:

·         Século XV temos as grandes navegações – ocorre o processo de aceleração das espécies.

- Nos dias de hoje, o contrabando de espécies raras, continuam, no caso para as indústrias farmacêuticas (biopirataria).

- A Amazônia e o Cerrado são dos dois grandes biomas brasileiros que sofrem com a biopirataria, em razão da sua biodiversidade.

- Os avanços tecnológicos tem permitido o processo de expansão das áreas onde são cultivadas as diferentes espécies de vegetais:
  • Aumento das áreas cultiváveis – áreas até então impróprias para o cultivo como   zonas áridas e semiáridas, hoje são produtivas. Uso sistema de gotejamento,  irrigação, adubação química do solo, reviramento do solo e etc.  
  • Aumento das áreas cultiváveis – áreas até então impróprias para o cultivo como zonas áridas e semiáridas, hoje são produtivas. Uso sistema de gotejamento, irrigação, adubação química do solo, reviramento do solo e etc.


·   Aumento das áreas cultiváveis – áreas até então impróprias para o cultivo como zonas áridas e semiáridas, hoje são produtivas. Uso sistema de gotejamento, irrigação, adubação química do solo, reviramento do solo e etc.

·    Tudo isso, colabora para o aumento da produtividade. As pesquisas em biotecnologia na criação de sementes e plantas mais resistentes a pragas, evolução de técnicas e instrumentos agrícolas.

ESPAÇO RURAL

As três primeiras atividades econômicas do meio rural:

  • Extrativismo (vegetal e animal)
  • Agricultura
  • Pecuária

- Coma Revolução Industrial, aumenta-se o cultivo de plantas (meados do século XIX)
·         Grande crescimento populacional – maior demanda por produtos agrícolas para a alimentação e vestuário.

·         As áreas cultiváveis do mundo representam somente 14,9%. Os obstáculos como áreas áridas, desertos, geleiras e montanhas, dificultam o cultivo, daí da forte intervenção humana.

·         O habitat rural vai variar de região para região.

- Habitat rural tradicional – caracterizada pela dependência da força de trabalho humana e animal. Isolamento da economia moderna. Pouco ou nenhum contato com as cidades. Pode ser disperso ou aglomerado.

- Habitat rural moderno – comum em países desenvolvidos e em alguns países subdesenvolvidos industrializados. São modernas e mecanizadas. Integração a economia mais moderna e as cidades. Relação campo-cidade. O campo fornece alimentos e matérias-primas e a cidade em troca fornece maquinários agrícolas, adubos, pesticidas e etc.

- Esvaziamento do Espaço Rural

O campo vem sofrendo, esvaziamento. O processo de esvaziamento acelera a partir do século XIX com a Revolução Industrial.

O processo de urbanização é desigual. País desenvolvido tem maior urbanização e um campo mais vazio.

AGROINDÚSTRIA

- Foi impulsionada com o fim do colonialismo e ampliação da Revolução Industrial.
O processo de desenvolvimento da agroindústria, só se desenvolveu em razão da expansão da urbanização. O processo de urbanização provoca uma necessidade maior de produtos (matérias-primas), daí da sua modernização. Utiliza-se um número, reduzido de mão de obra, pois o emprego de novas tecnologias substitui o homem. O uso de trabalhadores permanentes é baixo (motoristas, agrônomos e veterinários). Temos os temporários. Aqui no Brasil são os boias-frias. No EUA, os imigrantes ilegais servem de mão de obra para as lavouras.

- Década de 1970 – expansão da agroindústria no Brasil. Produção de cana-de-açúcar. Crise do Petróleo em 1973 – Governo cria o Proálcool.

- As nossas lavouras hoje, sofre com a redução da mão de obra temporária, especialmente na época de colheitas como a cana de açúcar.

- Motivos da Redução – introdução das máquinas agrícolas, mecanização do campo, mão de obra especializada.

- Consequências – êxodo rural, que vai provocar inchaços urbanos nas pequenas e médias cidades, originando bairros pobres, periferia, problemas tipos de cidades grandes.

- No Brasil, a agroindústria expande-se desde 1970. No centro-sul surgem grandes complexos.

- A soja depois da cana-de-açúcar ganha espaço na agroindústria. Inicialmente foi cultivada no sul do país e depois passo a ser cultivada no centro-oeste. O cultivo no centro-oeste deu-se em razão do emprego de tecnologias na qualidade das sementes e na correção dos solos ácidos (sistema de calagem).

- Oeste de SP e o Triângulo Mineiro - áreas modernizadas do país com criação de gado e confinado e ração balanceada.

AGRICULTURA DE SUBSISTÊNCIA

- É aquela onde o camponês produz o necessário para atender as necessidades de sua família, o que resta, ele pode até negociar ou trocar. Utilizam-se técnicas rudimentares, trabalho manual, às vezes com tração animal e baixa produtividade.

AGRICULTURA DE PLATATIONS

- Desenvolvida a partir do século XVI, quando os europeus ampliaram sua expansão colonial na África, Ásia e América. Os portugueses foram os primeiros a instalar esse tipo de agricultura (Açores). A mão de obra era escrava (africana), grandes propriedades (latifúndios), produção voltada para o mercado externo, monocultura (produto tropical).

A QUESTÃO AGRÁRIA NO BRASIL

Grande concentração de terras, confronto inicialmente com os indígenas, terras distribuídas pela Coroa Portuguesa (capitanias hereditárias). A partir do século XIX temos a formação de grandes massas camponesas (fim da escravidão e a vinda de imigrantes).

Século XX - aumento da população rural quanto a concentração de propriedades.  - Agrava mais ainda a questão agrária brasileira. 

1960 - As leis desta década acaba gerando o quadro atual - fim do colonato e a expulsão do trabalhador rural.

- A estrutura agrária no Brasil apresenta-se concentrada nas mãos de uma minoria.

- Tal situação data do Brasil Colônia:

  • princípio uti possidetis - posse pelo uso.
  • cultivo da cana-de-açúcar, utilizavam-se grandes propriedades.
  • século XIX - nova atividade agrícola (café).
Café - Vale do Paraíba (RJ) - (interiorização) oeste paulista (SP) - formação de uma elite que domina a política e a economia do país (café com leite).

- Sudeste torna-se a região mais rica.
- Junto a produção de café, permiti-se a a agricultura de subsistência. Inicialmente com os escravos, mais tarde os imigrantes. Muitos trabalhadores passam a ser assalariados permanentes, mas sem registro, nem o recolhimento de benefícios e encargos sociais.

1964 - novas leis impostas pelos militares - 13º salário e férias remuneradas. Tais medidas resultam em dispensas nas fazendas e acaba gerando aumento do êxodo rural. migrações  para o centro-oeste em busca de novas terras e surgimento dos sem-terras. 

- A região do sul é a única que diferencia-se de ocupação agrícola:

  • propriedade de pequeno porte (minifúndios)
  • trabalhadores (colonos europeus) (famílias)
  • Policultura
  • clima diferenciado
  • produção para o comércio e sua subsistência
  • garantir a soberania nacional
No governo militar, Castelo Branco sancionou a lei 4504, que tratava do Estatuto da Terra. Até então, foi o melhor proposta organizada de reforma agrária no Brasil. Infelizmente esse projeto acabou sendo marginalizada.


Observação:

- Grileiro - termo dado a pessoa que forjam documentos, subornando cartórios, se tornado dono das de terras muitas vezes já ocupada por famílias a anos ou até reservas indígenas, causando conflitos.  

O termo grileiro vem do costume de se colocar grilos dentro de uma caixa com os documentos forjados para esses adquirirem aspecto envelhecido por conta dos excrementos dos grilos.

- Uti possidetis  - é um princípio de direito internacional segundo o qual os países que de fato ocupam um território possuem direito de posse sobre este. 
Pelo Uti Possidetis a terra deveria ser ocupada por aqueles já se encontravam estabelecidos nela, com residência fixa e trabalho nas redondezas. Desta forma os portugueses se firmaram no grande território que hoje forma o Brasil.
Se pararmos para analisar a aplicação desse princípio, observaremos quem de fato teria direito, seria os indígenas que aqui já habitam antes dos portugueses, portanto, os verdadeiro donos.

- Sabemos que  o processo de concentração fundiária caminha junto à industrialização da agropecuária com predomínio de capitais. Os pequenos agricultores não conseguem competir e são forçados a abandonar suas lavouras de subsistência e vender suas terras. A mecanização também contribui para a redução do trabalho humano, exigindo  especialização de funções. Observamos um aumento do trabalho assalariado e de diaristas.



domingo, 15 de março de 2015
Posted by Francisco Geo

Quem sou eu

Formado pela Universidade Federal Fluminense (UFF)(Licenciatura), Bacharel em Geografia pela Universidade Federal Fluminense (UFF), Curso de extensão em O&M pela Fundação Getúlio Vargas, Pós-graduado em gestão ambiental pela Ferlagos, Professor da rede estadual do Estado do Rio de Janeiro e da rede particular, professor de curso preparatório militar, cursos pré-vestibular.

Artigos populares

Tecnologia do Blogger.

- Copyright © Geografia para todos -Metrominimalist- Powered by Blogger - Designed by Johanes Djogan -