Atenção!

Vamos entender qual a relação existente entre a teoria da deriva dos continentes e a teoria das placas tectônicas.

A teoria da deriva continental, criada pelo alemão Alfred Wegener no começo do século XX, propunha a hipótese de que uma única massa continental, chamada Pangeia, teria começado a se dividir há 200 milhões de anos, formando os continentes. Isso teria sido possível pelo fato de a camada mais exterior da Terra estar composta pela litosfera, que inclui a zona solidificada (continentes), e pela astenosfera, que inclui a parte mais interior, o substrato viscoso citado no texto do enunciado. Segundo o cientista, os continentes se moviam sobre o assoalho oceânico devido à ação das forças gravitacionais — o que se provou errado. Mais tarde, outros cientistas defenderam que o movimento é determinado pela ação das forças geradas pelas correntes de convecção do manto terrestre. Portanto os continentes são a parte visível das placas tectônícas que flutuam e derivam ao longo de milhões de anos — o que justifica a expressão deriva continental —, seguindo a direção indicada no mapa do enunciado.

Vamos agora conhecer os três tipos de limites entre as placas tectônica.

- Transformantes ou cotiservativos: são os que acontecem quando as placas deslizam ao longo das falhas e se atritam com as suas vizinhas. Ocorrem com o moviento vertical ou epirogenético.

- Divergentes ou construtivos: são os que acontecem quando duas placas se afastam uma da outra.

- Convergentes ou destrutivos: são os que acontecem quando duas placas se movem uma em direção à outra, podendo ocorrer uma subducção (quando uma das placas mergulha sob a outra) ou uma formação de montanhas (quando as placas colidem, se comprimem e se erguem.

Vamos tentar entender quais as condições básicas para o desenvolvimento do modelado cárstico.

Relevo cárstico é o tipo de relevo que se desenvolve sobre rochas solúveis, principalmente carbonáticas. Podemos distinguir o carste em exocarste, (representados principalmente pelas dolinas , paredões e vales) e endocarste, representado principalmente pelas cavernas.Temos o surgimento dos espeleotemas:
estalactite, estalagmite e coluna.


domingo, 11 de março de 2012
Posted by Francisco Geo

Atenção - Segundo Ano - Sagrado

Escolher cinco perguntas sobre urbanização que está postado no blog, para a primeira fase de exercícios para ser entregue conforme combinado.
sábado, 10 de março de 2012
Posted by Francisco Geo

Atenção Segundo Ano - Sagrado

Urbanização

As primeiras cidades surgiram na Mesopotâmia (atual Iraque), depois vieram às cidades do Vale Nilo, do Indo, da região mediterrânea e Europa e, finalmente, as cidades da China e do Novo Mundo.

Embora as primeiras cidades tenham aparecido há mais de 3.500 anos a.C., o processo de urbanização moderno teve início no século XVIII, em conseqüência da Revolução Industrial, desencadeada primeiro na Europa e, a seguir, nas demais áreas de desenvolvimento do mundo atual. No caso do Terceiro Mundo, a urbanização é um fato bem recente. Hoje, quase metade da população mundial vive em cidades, e a tendência é aumentar cada vez mais.

A cidade subordinou o campo e estabeleceu uma divisão de trabalho segundo a qual cabe a ele fornecer alimentos e matérias-primas a ela, recebendo em troca produtos industrializados, tecnologia etc. Mas o fato de o campo ser subordinado à cidade não quer dizer que ele perdeu sua importância, pois não podemos deixar de levar em conta que:

• Por não ser auto-suficiente, a sobrevivência da cidade depende do campo;

• Quanto maior a urbanização maior a dependência da cidade em relação ao campo no tocante à necessidade de alimentos e matérias-primas agrícolas.

Conceito

A urbanização resulta fundamentalmente da transferência de pessoas do meio rural (campo) para o meio urbano (cidade). Assim, a idéia de urbanização está intimamente associada à concentração de muitas pessoas em um espaço restrito (a cidade) e na substituição das atividades primárias (agropecuária) por atividades secundárias (indústrias) e terciárias (serviços). Entretanto, por se tratar de um processo, costuma-se conceituar urbanização como sendo "o aumento da população urbana em relação à população rural", e nesse sentido só ocorre urbanização quando o percentual de aumento da população urbana é superior a da população rural.

A Inglaterra foi o primeiro país do mundo a se urbanizar (em 1850 já possuía mais de 50% da população urbana), no entanto a urbanização a celerada da maior parte dos países desenvolvidos industrializados só ocorreu a partir da segunda metade do século XIX. Além disso, esses países demoram mais tempo para se tornar urbanizados que a maioria dos atuais países subdesenvolvidos industrializados.

Vemos, então, que, em geral, quanto mais tarde um país se torna industrializado tanto mais rápida é sua urbanização. Observe esses dados:

• Em 1900 existiam no mundo dezesseis cidades com população superior a 1 milhão de habitantes. Dessa, somente duas (Pequim e Calcutá) pertenciam ao Terceiro Mundo.
• Em 1950 havia vinte cidades no mundo com população superior a 2,5 milhões de habitantes. Dessas, apenas seis (Xangai, Buenos Aires, Calcutá, Bombaim, Cidade do México e Rio de Janeiro) estavam situadas no Terceiro Mundo. Observação: a cidade de São Paulo nem constava dessa lista.

• Para o ano 2000, as estimativas mostram que, das 26 aglomerações urbanas com mais de 10 milhões de habitantes, nada menos que vinte delas estarão no Terceiro Mundo. A maior aglomeração urbana mais populosa do mundo será a Cidade do México, com 32 milhões de habitantes, o equivalente à população da Argentina em 1990. São Paulo aparece como a segunda aglomeração urbana, com 26 milhões de habitantes.

Urbanização nos diferentes grupos de países

Considerando-se os vários agrupamentos de países, a situação urbana pode ser simplificada como mostramos a seguir.

Países capitalistas desenvolvidos. A maior parte desses países já atingiu índices bastante elevados e, praticamente, máximos de urbanização. A tendência, portanto, é de estabilização em torno de índices entre 80 e 90%, embora alguns já tenham ultrapassado os 90%.

Países capitalistas subdesenvolvidos. Nesse grupo, bastante heterogêneo, destacamos:

• Subdesenvolvidos industrializados. A recente e rápida industrialização gerou acentuado desequilíbrio das condições e da expectativa de vida entre a cidade e o campo, resultando num rapidíssimo processo de urbanização, porém com conseqüências muito drásticas (subemprego, mendicância, favelas, criminalidade etc.). Isso porque o desenvolvimento dos setores secundário e terciário não acompanhou o ritmo da urbanização, além da total carência de uma firme política de planejamento urbano. Alguns desses países apresentam taxas de urbanização iguais e até superiores às de países desenvolvidos, embora, com raras exceções, a urbanização dos países subdesenvolvidos se apresente em condições extremamente precárias (favelas, cortiços etc.).

• Subdesenvolvidos não-industrializados. Em virtude do predomínio das atividades primárias, a maior parte desses países apresenta baixos índices de urbanização.

Países socialistas. Os países socialistas são relativamente pouco urbanizados. A razão fundamental está na planificação estatal da economia, que tem permitido ao estado controlar e direcionar os recursos (investimentos), podendo assim exercer maior influência na distribuição geográfica da população. Os índices de população urbana dos países socialistas desenvolvidos são semelhantes aos do subdesenvolvidos industrializados.
A URBANIZAÇÃO NO BRASIL
Resumo: neste capitulo será explicado como a urbanização afetou o Brasil, e contribuiu para formar várias metrópoles em todas as regiões. Mas também contribuiu para alguns problemas sociais.
Podemos afirmar que o Brasil, hoje, é um país urbanizado. Com a saída de pessoas do campo em direção às cidades, os índices de população urbana vem aumentando sistematicamente em todo o país. A parti da década de 60, as cidades passaram por um processo de dispersão espacial, à medida que novas porções do território foram sendo apropriadas pelas atividades agropecuárias.
É considerável o numero de pessoas que trabalham em atividades rurais e residem nas cidades. As greves dos trabalhadores bóias-frias acontecem nas cidades, o lugar onde moram. São inúmeras as cidades que nasceram e cresceram em áreas do país que tem a agroindústria como impulso das atividades econômicas secundárias e terciárias.
Em virtude da modernização do campo, assiste-se a uma verdadeira expulsão dos pobres, que encontram nas grandes cidades seu único refúgio. Como as indústrias absorvem cada vez menos mão-de-obra e o setor terciário apresentam um lado moderno, que exige qualificação profissional, a urbanização brasileira vem caminhando lado a lado com o aumento da pobreza e a deterioração crescente das possibilidades de vida digna aos novos cidadãos urbanos.
Os moradores da periferia, das favelas e dos cortiços tem acesso a serviços de infra-estrutura precários. O espaço urbano, quando não oferece oportunidades, multiplica a pobreza.

A REDE URBANA BRASILEIRA
Apenas a parti da década de 40, que se estruturou uma rede urbana em escala nacional. Até então, o Brasil era formado por “arquipélagos regionais” polarizados por suas metrópoles e capitais regionais. A integração econômica entre São Paulo, Zona da Mata nordestina, Meio-Norte e região Sul era extremamente frágil. Com a modernização da economia, primeiro as regiões Sul e Sudeste formaram um mercado único que, depois, incorporou o Nordeste e, mais recentemente, também o Norte e o Centro-Oeste.
As metrópoles concentravam os índices de crescimento urbano e econômico e detinham o poder político em grandes frações do território. É o caso de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre. As metrópoles abrigavam, em 1950, aproximadamente 18% da população do país; em 1970, cerca de 25%; e, em 1991, mais de 30%.
A medida que a infraestrutura de transportes e comunicações foi se expandindo pelo país, o mercado se unificou e a tendência a concentração urbano-industrial ultrapassou a escala regional, atingindo o país como um todo. Assim, os grandes pólos industriais da região Sudeste, passaram a atrair um enorme contingente de mão-de-obra das regiões que não acompanharam seu ritmo de crescimento econômico e se tornaram metrópoles nacionais. Após a Revolução de 1930, que levou Getulio Vargas ao poder, até meados da décadas de 70, o governo o federal concentrou investimentos de infra-estrutura industrial na região Sudeste, que , em conseqüência, se tornou o grande centro de atração populacional do país. Os migrantes que a região recebeu eram, constituídos por trabalhadores desqualificados e mal remunerados, que foram se concentrando na periferia das grandes cidades.
Com o passar dos anos, a periferia se expandiu demais e a precariedades do sistema de transportes urbanos levou a população de baixa renda a preferir morar em favelas e cortiços no centro das metrópoles.
A rede urbana interfere na vida das pessoas de maneiras diferentes. As pessoas de classe social mais alta podem aproveitar de tudo numa metrópole, todos os recursos estão a disposição. Mas outros que já não podem nem levar ao mercado o que produzem, são presos aos preços e as carências locais. Para estes a rede urbana não é totalmente uma realidade.
As condições de determinada região determinam a desigualdade entre as pessoas. Por isso, muitos são cidadãos diminuídos ou incompletos.
AS METRÓPOLES BRASILEIRAS
As regiões metropolitanas brasileiras foram criadas por lei aprovadas no Congresso Nacional em 1973, que as definiu como “um conjunto de municípios contíguos e integrados socioeconomicamente a uma cidade central, com serviços públicos e infra-estrutura comum”.
A medida que as cidades vão se expandindo horizontalmente, ocorre a conurbação, ou seja, elas se tornam contínuas, plenamente integradas, e os problemas de infra-estrutura urbana são comuns ao conjunto de municípios da metrópoles.
Foram criados os conselhos deliberativos e consultivos para administrar esses problemas comuns a um conjunto de cidades. Recebe o nome de Secretária de Estado dos Negócios Metropolitanos. Na prática, acaba tomando decisões administrativas em função de determinações políticas e sob ordens do governador do estado, deixando as determinações técnicas em ultimo plano.
No Brasil, são legalmente reconhecidas treze regiões metropolitanas. Duas delas São Paulo e Rio de Janeiro são nacionais. As outras onze metrópoles, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Salvador, Fortaleza, Curitiba, Belém, Baixada Santista, Vitória, São Luís e Natal, são consideradas regionais por exercerem seu poder de polarização apenas em escala regional.
A baixada Santista e a região de Campinas, que, juntamente com o vale do Paraíba, formam a primeira megalópole brasileira entre São Paulo e Rio de Janeiro, agrupam um conjunto de treze cidades-satélites são administrados pelo governo do Distrito Federal. Em 1998, foi aprovado pelo Senado projeto autorizado a Presidência da Republica a instituir a Região Integrada de Desenvolvimento do Entorno. A secretaria do Entorno do Distrito Federal é responsável pela política de planejamento integrado de 42 municípios. Manaus, apesar de ter superado a cifra de um milhão de habitantes e exercer enorme poder de polarização em uma vasta área da Amazônia, não possui nenhum município a ela conurbação e poder, portanto, ser administrada apenas pelo poder municipal.
Podemos afirmar que o Brasil, hoje, é um país urbanizado. Com a saída de pessoas do campo em direção às cidades, os índices de população urbana vem aumentando sistematicamente em todo o país. A parti da década de 60, as cidades passaram por um processo de dispersão espacial, à medida que novas porções do território foram sendo apropriadas pelas atividades agropecuárias.
É considerável o numero de pessoas que trabalham em atividades rurais e residem nas cidades. As greves dos trabalhadores bóias-frias acontecem nas cidades, o lugar onde moram. São inúmeras as cidades que nasceram e cresceram em áreas do país que tem a agroindústria como impulso das atividades econômicas secundárias e terciárias.
Em virtude da modernização do campo, assiste-se a uma verdadeira expulsão dos pobres, que encontram nas grandes cidades seu único refúgio. Como as indústrias absorvem cada vez menos mão-de-obra e o setor terciário apresentam um lado moderno, que exige qualificação profissional, a urbanização brasileira vem caminhando lado a lado com o aumento da pobreza e a deterioração crescente das possibilidades de vida digna aos novos cidadãos urbanos.
Os moradores da periferia, das favelas e dos cortiços tem acesso a serviços de infraestrutura precários. O espaço urbano, quando não oferece oportunidades, multiplica a pobreza.

Fontes: Demétrio Magnoli, J.WILLIAM VESENTINI, Elian Alaqbi Lucci
Posted by Francisco Geo



O texto sobre "O que é Urbanização?", já se encontra no BLOG.

ABRAÇOS A TODOS!
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Posted by Francisco Geo
A HUMANIDADE COMO DISTRIBUIDORA DE ESPÉCIES

• Biopirataria de espécies
• Aumento das áreas cultivadas.
• Aumento da produtividade.

O QUE É ESPAÇO GEOGRÁFICO RURAL

No espaço rural ocorrem também as transformações feitas pelo homem. Matas e florestas são substituídas por:
• Plantações
• Pastagens
• Estradas
• Imóveis entre outros


→ Maiores produções agrícolas alimentares no mundo:

• Trigo
• Arroz
• Milho
• Batata
• Banana
• Centeio
• Feijão.

Obs.:O trigo e a cevada são cultivadas há mais de mil anos.

HABITAT RURAL → Habitat rural tradicional: é comum em regiões onde a atividade rural ainda depende da força humana e animal.

→ Economia de subsistência - Podem ser dispersos (comum no Brasil colônia) ou aglomerados (relativamente comum no sul da Ásia e África subsaariana).

Obs.: Na economia de subsistência o indivíduo planta para sua sobrevivência, podendo até negociar seu excedente, mas nada significativo.

→ Habitat Rural Moderno - é comum em países desenvolvidos ou em algumas regiões de países subdesenvolvidos industrializados, onde a atividade rural é mais moderna e mecanizada:

• Integração econômica com a cidade.

• Tem como função oferecer alimentos e fornecer matéria prima.

• Empresas rurais.

• Bom peso na economia.

ESVAZIAMENTO DO ESPAÇO GEOGRÁFICO RURAL

→ Êxodo rural - Atualmente existe uma maior concentração populacional nas áreas urbanas, isto significa que o homem está deixando o campo para viver nas cidades.

• Brasil - 83% urbana
• Bélgica - 97% urbana
• Timor Leste - 8% urbana
• Etiópia - 16% urbana


AGRICULTURA DE SUBSISTÊNCIA

• Produz o necessário para o agricultor e sua família.
• Primitiva e rudimentar.
• Sem técnicas agrícolas.
• Trabalho manual.
• Baixa produtividade.
• Pequenas propriedades rurais.
• Policultura.

Em algumas áreas montanhosas utiliza-se a jardinagem (canteiros)

AGRICULTURA DE PLANTATIONS

• Introduzida pelos colonizadores europeus
• Grandes propriedades rurais.
• Destinadas ao mercado consumidor.
• Alta produtividade.
• Uso de técnicas e equipamentos agrícolas modernos.
• Monocultora.
• Mercado externo.
• No passado ² trabalho escravo.
• Cacau, café, cana-de-açúcar, banana, amendoim, tabaco, chá, etc.

APROPRIAÇÃO DO ESPAÇO RURAL

Apropriação - tomar posse de algo abandonado ou sem ocupação.

Os colonizadores europeus se apropriaram das terras indígenas.
Desta formas as terras foram apropriadas por uma minoria social em detrimento da grande massa que vivia na zona rural.

A QUESTÃO AGRÁRIA NO BRASIL

• A nossa estrutura agrária se apresenta concentrada ou seja muitas terras nas mãos de poucos, portanto péssima distribuição de terra.
• Posse pelo uso.
• Grandes propriedades rurais (engenhos).
• Mão de obra escrava (início)
• Mão de obra de imigrantes (pós abolição).
• Madeira (pau-brasil), cana-de-açúcar, ouro, café .

RELAÇÕES DE TRABALHO ULTRAPASSADAS

• Bóias-frias: trabalhadores temporários.
• Arrendatários: arrendam terras de um proprietário por uma quantia predeterminada.
• Parceiros: pagar pelo uso da terra de algum proprietário como parte da produção.


OS SEM-TERRA
Causas:

• Eliminação de trabalhadores.
• Mecanização da produção.
• Concentração das propriedades.

MST Movimento dos Sem Terra - os militantes acampam às margens das estradas, fazem manifestações de rua nas cidades, ocupam fazendas e órgão públicos para pressionar o governo e a opinião pública para conseguir terras para o seu assentamento.

SOLO - Definição: camada mais superficial e fina da crosta terrestre, com espessura que varia de alguns centímetros até no máximo alguns metros.
• Espessura: quanto mais espesso for o solo, mais tempo ele poderá ser explorado.
• Fertilidade: é medido através de vários elementos minerais.
• Húmus: animais e vegetais que entram de processo de decomposição forma este adubo natural.

OCUPAÇÃO ADEQUADA DO SOLO

• Técnicas de produção:
•
• Curvas de nível.
• Rotação de culturas.
• Consorciação de culturas.
• Adubação orgânica.
• Vegetal: camadas de restos vegetais.

Composto: produzido como adubo vegetal, colocando-se entre as camadas de vegetais o esterco animal.

USO INADEQUADO DO SOLO

• Erosão uso inadequado do solo, desmatamentos, queimadas criam crateras no solo que muitas vezes são irrecuperáveis.
• Laterização - concentração de óxido de ferro e alumínio, facilitando o processo de erosão.
• Lixiviação lavagem do solo (regiões de clima equatorial e tropical) chuvas abundante lavam o solo deixando-o ácido.

A OCUPAÇÃO RURAL NO MUNDO TEMPERADO

• Zona climática entre trópicos e círculos polares
• Área de menor insolação
• Maior parte nações desenvolvidas
• América Anglo-Saxônica: médias e grandes propriedades rurais
• Europa e Japão: pequenas propriedades rurais
• Elevado grau de mecanização
• baixo uso de mão-de-obra rural
• Caráter comercial para abastecer o mercado interno com alimentos e matérias-primas agroindustriais.

A OCUPAÇÃO RURAL NO MUNDO TROPICAL

• Zona climática intertropical,
• Área mais iluminada e aquecida da Terra,
• Temperaturas médias anuais são mais elevadas,
• Pluviosidade determina a formação de climas bem diversificados (dos equatoriais chuvosos até áridos com ausência de chuvas),
• Invernos curtos e pouco acentuados,

PRODUÇÃO NA AMÉRICA LATINA

• México café e cana-de-açúcar,
• América Central Continental: café, cana-de-açúcar, cacau, frutas cítricas, algodão e banana.
• América Central Insular: Tabaco em Cuba e Cacau no Haiti.
• América do Sul: café, cana-de-açúcar, cacau, banana e algodão e produção de alimentos para atender o mercado interno: arroz, milho e feijão.
• Brasil: soja, milho, cana-de-açúcar, feijão, arroz, trigo, café, mandioca, laranja e banana.

ÁSIA E ÁFRICA

• África café, cacau, cana-de-açúcar, amendoim,algodão e tabaco na agricultura de plantation(herança do colonialismo europeu)
• Ásia juta, algodão, chá, látex, tabaco e cana-de-açúcar
• O grande problema na Ásia é a diversidade climática que vai desde o clima árido até o clima de monções.

BRASIL TROPICAL

• Muitos dos problemas do mundo tropical se originam de técnicas inadequadas de plantio,copiadas do mundo temperado.
• Hoje o uso de técnicas avançadas controla-se pragas e amenizar os efeitos da seca conseguindo grandes produções com qualidade e quantidade exorbitante.

Brasil - grande extensão territorial, Investimentos no campo, ausência de extremos climáticos, variedade de solos e rica hidrografia.

Modernização da agricultura brasileira já é uma realidade nas grandes propriedades rurais.

Rápida redução da PEA rural.

Integração do campo / cidade (interdependência):

Fornecimento de mercadorias.

Empréstimos de capitais.

Consumo de mercadorias.

Principais produções se baseiam:

Na área plantada.

Na quantidade produzida.

No valor da produção.

São eles: Milho, soja, algodão, feijão arroz, cana-de-açúcar, laranja e banana.

Obs.: Os investimentos em pesquisas já é uma realidade no Brasil. Os solos dos Cerrados, no passado não era muito propício ao plantio. Hoje utilizam o *sistema de calagem para corrigir a acidez do solo.

* Os principais objetivos da calagem são: eliminar a acidez do solo e fornecer suprimento de cálcio e magnésio para as plantas. O cálcio estimula o crescimento das raízes e, portanto, com a calagem ocorre o aumento do sistema radicular e uma maior exploração da água e dos nutrientes do solo, auxiliando a planta na tolerância à seca.

Fontes: O Espaço geográfico rural
Embrapa
Posted by Francisco Geo
O Homem e o espaço

• - O homem é o principal elemento transformador da natureza. O homem faz parte da natureza e dela depende. Do ponto de vista da geografia o ser humano é o principal agente modificador do Espaço Geográfico, criando assim novas paisagens.

• Aquele espaço da superfície terrestre que não sofreu nenhuma ação humana podemos então caracterizar como Espaço Natural.

As transformações no Espaço Natural podem ocorrer em razão de fatores como: furacões, tsunamis, terremotos, chuvas, neve, rios, vulcões e outros. São elementos que transformar o espaço geográfico rápida.

- Algumas transformações demoram milhões de anos.

Obs.: A denominação Espaço Geográfico é dada quando temos a ação humana.

- As transformações do Espaço Geográfico ocorrem numa velocidade muito grande. Algumas áreas do planeta foram transformadas pelas primeiras civilizações de forma tão radical, parecendo que a natureza nunca existiu.

- Nos grandes centros urbanos os elementos naturais quase que desaparecem.
- O Espaço Natural passa a ser ocupado pela humanidade com funções específicas, sendo que cada uma delas está voltada para satisfazer uma necessidade diferente:

• Exploração mineral
• Extração florestal
• Obtenção de água
• Produção de alimentos
• Lazer
• Estradas
• Túneis
• Pontes
• Viadutos e etc.

- O Espaço Geográfico está dividido em Espaço Rural e Espaço Urbano. A humanidade provoca transformações e produz espaços diferentes.

Revolução Agrícola e o Espaço Geográfico

- A transformação do espaço geográfico inicialmente se dá baseada numa economia predatória:

• Coleta de frutos e raízes
• Caça e pesca

- Atividades que foram desenvolvidas no período Paleolítico (Idade da Pedra Lascada)

Descoberta e utilização do fogo
Utilização do machado, enxada e do arco e flexa.

- O homem era quase que totalmente dependente da natureza.

- O deslocamento constante do homem em busca de alimentos e climas mais amenos fica caracterizado como nomadismo que foi responsável pela expansão humana por quase todo o planeta.

- Período Neolítico (Idade da Pedra Polida) – Caracterizado por três grandes transformações:
• Agrupamentos humanos - sedentarização
• Agricultura
• Domesticação

- Surge uma economia produtiva que substitui a uma economia de coleta (predatória). Pré-história para a História. Essa passagem é conhecida como Revolução Agrícola.

- Primeiras aglomerações
• Rio Nilo – África
• Tigre e Eufrates, Ganges e Amarelo – Ásia

- O espaço rural é o lugar onde temos uma maior dependência da natureza.

A retirada dos elementos da natureza pelo homem acaba provocando alterações no meio ambiente o que leva a grandes discussões:

• a exploração rápida dos elementos no qual não permite a reposição dos recursos renováveis para geração futuras;
• a dependência de recursos não renováveis onde a natureza já não produz.

- O que levou a escassez dos recursos naturais, se deve ao crescimento populacional no final do século XX associada a:

• A urbanização acelerada;
• Inserção de pessoas na sociedade de consumo, o que gera um volume maior de produtos industrializados;
• O aumento do preço é também resultado da escassez da matéria prima.




Evolução da Relação Homem – Natureza

- O Espaço Natural – os recursos estão distribuídos de forma irregular.

- A irregularidade dos recursos influencia na organização socioeconômica humana.

- As novas tecnologias facilitam – técnicas agrícolas em áreas áridas.
- Nem todos os países têm tecnologia capaz de superar suas dificuldades.

- Algumas sociedades detém modernas tecnologias para dominar o Espaço Natural, o que resulta em uma natureza mais eficiente.

- A Revolução Industrial foi um fato decisivo na diminuição da dependência do homem na natureza.
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Posted by Francisco Geo
Olá Pessoal!

Tudo na PAZ

Em breve retorno com todo gás para tirarmos dúvidas e tentar enriquecer mais ainda a nossa geografia.

Saudades

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Posted by Francisco Geo

Quem sou eu

Formado pela Universidade Federal Fluminense (UFF)(Licenciatura), Bacharel em Geografia pela Universidade Federal Fluminense (UFF), Curso de extensão em O&M pela Fundação Getúlio Vargas, Pós-graduado em gestão ambiental pela Ferlagos, Professor da rede estadual do Estado do Rio de Janeiro e da rede particular, professor de curso preparatório militar, cursos pré-vestibular.

Artigos populares

Tecnologia do Blogger.

- Copyright © Geografia para todos -Metrominimalist- Powered by Blogger - Designed by Johanes Djogan -