Divirtam-se
(A) diastróficas e isostáticas.
(B) diastróficas e orogenéticas
(C )endógenas e exógenas.
(D )endógenas e diastróficas.
(E) Isostáticas e endógenas
2. A divisão da estrutura da Terra em camadas foi baseada, principalmente:
(A) nos estudos sobre os abalos sísmicos, vulcanismo e pesquisas nos fundos dos oceanos.
(B) na análise das cinzas e lavas vulcânicas e nas perfurações de minas.
(C) na prospecção de petróleo, na plataforma continental e na análise do relevo submarino.
(D) na tipologia e datação das rochas magmáticas e nos movimentos isostáticos.
(E) na movimentação das placas tectônicas e na medição do magnetismo das rochas.
3- A longa história da Terra divide-se em eras, períodos e épocas. Durante certa era, formaram-se as primeiras rochas magmáticas e apareceram muitos vulcões e seres unicelulares nos oceanos.
Isso ocorreu no:
A) Permiano.
B) Cambriano.
C) Permocarbonífero.
D) Ordoviciano.
E) Pré-Cambriano.
4- Assinale a alternativa que relaciona corretamente uma importante alteração ocorrida na evolução do planeta a sua respectiva era geológica:
A) a formação das grandes florestas na era Mesozóica
B) a formação de escudos cristalinos na era Paleozóica
C) a formação dos dobramentos modernos na era Cenozóica
D) o surgimento dos atuais continentes na era Mesozóica
E) a formação das rochas sedimentares e metamórficas na era Pré-cambriana
5- Ao abordar, em sala de aula, o tema “A Dinâmica da Litosfera”, o professor de Geografia necessita fornecer aos alunos informações sobre a Geocronologia, enfatizando eras e períodos geológicos. A era Mesozóica engloba os seguintes períodos:
A) Devoniano e Triássico.
B) Cretáceo, Jurássico e Triássico.
C) Terciário Inferior, Siluriano e Jurássico.
D) Devoniano, Siluriano e Jurássico.
E) Terciário Inferior, Cretáceo, Devoniano e Triássico.
6 - Sobre as placas tectônicas e utilizando seus conhecimentos sobre a dinâmica terrestre, assinale a proposição CORRETA.
a) Recebem esse nome porque se relacionam com os movimentos ocorridos na superfície (movimentos tectônicos), que as empurram umas contra as outras.
b) Elas não se movimentam, pois a crosta terrestre se apresenta lisa.
c) O Brasil se posiciona ao lado da placa de Nazca, fator que pode ocasionar terremotos.
d) Os terremotos são causados por movimentos na crosta terrestre provocados por maquinários.
7 - A camada interna da Terra, descoberta pela sismologia, que viabilizou a Teoria da Deriva Continental e, por extensão, a da Tectônica de Placas, chama-se:
A) Litosfera
B) Astenosfera
C) SIAL
D) SIMA
E) Descontinuidade de Mohorovicic
8 - Observe o mapa apresentado abaixo.
(Antunes, C. Aprendendo com os mapas – introdução aos estudos geográficos. São Paulo: Scipione, 1998, p.19)
O mapa representa os seguintes fenômenos:
(A) diferentes blocos econômicos e principais fluxos comerciais.
(B) grandes áreas climáticas e a direção predominante dos ventos.
(C) oceanos/mares e as direções das correntes marítimas.
(D) grandes biomas terrestres e as rotas das migrações sazonais.
(E)) limites e direções dos movimentos das placas tectônicas.
9 - “O tsunami de 26 de dezembro de 2004 não será facilmente esquecido. Nos anos que se seguirão, seus estragos ainda vão continuar sendo sentidos profundamente por grande parcela da população afetada. O assustador número de mortos- mais de 250 mil vítimas- já é um fato suficiente para lembrar a tragédia, mas há outras consequências, algumas tão graves quanto a morte de tantos seres humanos.”
(Extraído do livro: “ As maiores catástrofes de todos os tempos”, ed. Universo dos Livros)
Sobre esse assunto, é correto dizer que:
A) o tsunami aconteceu no assoalho do oceano Pacífico e atingiu a Indonésia, em face de um afastamento de placas litosféricas.
B) o tsunami foi provocado por um movimento brusco de duas grandes placas litosféricas.
C) o efeito devastador do tsunami aconteceu porque as ilhas atingidas se dispõem de leste para oeste, facilitando, assim, a penetração da água marinha.
D) o tsunami foi potencializado pela erupção vulcânica que aconteceu meses antes na Indonésia.
E) quando vai acontecer um tsunami, como o descrito, há uma alteração meteorológica, com o considerável aumento da velocidade dos ventos na baixa troposfera.
10 - Sobre a Tectônica de Placas, analise as proposições abaixo.
I. A colisão dos continentes ou a compressão de suas bordas deram origem às grandes Cordilheiras atuais, como: Andes, Montanhas Rochosas, os Alpes e Himalaia.
II. A Cordilheira dos Andes é formada a partir do afastamento de duas placas tectônicas.
III. A litosfera é constituída por placas semi-rígidas, que derivam umas em relação às outras, sobre a astenosfera subjacente.
IV. Considera que os limites das placas coincidem com os dos continentes, nos quais ocorrem uma intensa estabilidade vulcânica, falhas e terremotos de grande magnitude.
V. Grandes sistemas orogenéticos são encontrados em todas as placas continentais, destacando-se os sistemas dos Andes, dos Alpes e do Himalaia.
Estão corretas apenas
A) I e III.
B) II e III.
C) II, III e IV.
D) I, III e V.
E) III, IV e V.
Entenda o que está acontecendo no Japão
- O Círculo de Fogo é uma região de intensa atividade sísmica. O Japão localiza-se nos limites de 4 placas tectônicas: a placa da Eurásia, a placa das Filipinas, aplaca Norte-Americana e a placa do Pacífico. As placas estão sempre em movimento. A energia desprendida é imensa e isso acaba se propagando em termos de onda de choques. Observe a figura abaixo.

- O tremor ocorrido, teve como epicentro a costa nordeste do Japão, que chegou a 8.9, na Escala Richter. Pelos noticiários, vocês observaram a onda de destruição que esse país sofreu. Foi bastante devastador. O abalo se deu numa região submarina o que provoca um tsunami, nesse caso, foi de grande poder de destruição.
Moçada, fiquem atento aos exercícios. Olha os noticiários sobre o acontecido no Japão.
Relevo Brasileiro

No território brasileiro, os terrenos acidentados, de formação geológica cristalina, são muito antigos e desgastados pela erosão, possuindo altitudes modestas. O país não possui cadeias montanhosas ou dobramentos. Como vimos, isso decorre do fato de o Brasil encontrar-se no centro de uma placa tectônica. Já as bacias sedimentares brasileiras são constituídas de terrenos relativamente aplainados, de idades geológicas recentes em seus estratos superiores (terciários e quaternários).
- Embora existam classificações anteriores, somente na década de 40 foi criada uma classificação do relevo brasileiro considerada coerente com a realidade do nosso território. Ela foi elaborada pelo professor Aroldo de Azevedo e levava em conta as cotas altimétricas, definindo planalto como um terreno levemente acidentado, com mais de 200 metros de altitude, e planície como uma superfície plana, com altitude inferior a 200 metros.
- O Brasil tem oito unidades de relevo. Os planaltos ocupam 59% da superfície do território, e as planícies, os 41% restantes.
No final da década de 50, o professor Aziz Ab’Sáber, discípulo de Aroldo de Azevedo, promoveu alteração nos critérios de definição dos compartimentos do relevo. A partir de então, passou-se a considerar planalto uma área em que os processos de erosão superam os de sedimentação, e planície, uma área mais ou menos plana, em que os processos de sedimentação superam os de erosão, independentemente das cotas altimétricas.
No território distinguem-se três compartimentos:
Planalto: é um compartimento de relevo com superfície irregular e altitude superior a 300 metros, no qual predominam processos erosivos em terrenos cristalinos ou sedimentares.
Planície: é um compartimento de relevo com superfície plana e altitude igual ou inferior a 100 metros, no qual predominam acúmulos recentes de sedimentos.
Depressão: é um compartimento de relevo mais plano que o planalto, no qual predominam processos erosivos, com suave inclinação e altitude entre 100 e 500 metros.
O relevo submarino
No relevo submarino, podemos distinguir:
Plataforma continental: é a continuação do relevo e da estrutura geológica continental abaixo do nível do mar, onde aparecem as ilhas continentais ou costeiras, de origem vulcânica, tectônica ou biológica. Por apresentar profundidades modestas, há penetração de luz solar, criando condições propícias ao desenvolvimento da vegetação marinha, o que torna a plataforma muito importante para o desenvolvimento da atividade pesqueira. As depressões do terreno na plataforma continental tornam-se, ao longo do tempo geológico, bacias sedimentares importantíssimas para a exploração de petróleo em águas oceânicas.
Talude: é o fim do continente, onde há o encontro da crosta continental com a crosta oceânica, formando desníveis de profundidade variável, que chegam a atingir 3 mil metros. As fossas marinhas são depressões abissais que aparecem abaixo do talude, em zonas de encontro de placas tectônicas.
Região pelágica: é o relevo submarino propriamente dito, onde encontramos depressões, montanhas tectônicas e vulcânicas, planícies, etc. Na região pelágica, aparecem as ilhas oceânicas.
SOLO
Uma rocha qualquer, ao sofrer intemperismo, transforma-se em solo, adquire maior porosidade e, como decorrência, há penetração de ar e água, o que cria condições propícias para o desenvolvimento de formas vegetais e animais. Estas, por sua vez, passam a fornecer matéria orgânica à superfície do solo, aumentando cada vez mais sua fertilidade. Assim, o solo é constituído por rocha intemperizada, ar, água e matéria orgânica, formando um manto de intemperismo que recobre superficialmente as rochas da crosta terrestre.
- A matéria orgânica, fornecida pela fauna e pela flora decompostas, encontra-se concentrada apenas na camada superior do solo. Essa camada é chamada de horizonte A, o mais importante para a agricultura, dada a sua fertilidade. Logo abaixo, com espessura variável de acordo com o clima, responsável pela intensidade e velocidade da decomposição da rocha, encontramos rocha intemperizada, ar e água, que formam o horizonte B. Em seguida, encontramos rocha em processo de decomposição – horizonte C – e, finalmente, a rocha matriz – horizonte D -, que originou o manto de intemperismo ou o solo que a recobre. Sob as mesmas condições climáticas, cada tipo de rocha origina um tipo de solo diferente, ligado à sua constituição mineralógica: do basalto, por exemplo, originou-se a terra roxa; do gnaisse, o solo de massapê, e assim por diante.
- É importante destacar que solos de origem sedimentar, encontrados em bacias sedimentares e aluvionais, não apresentam horizontes, por se formarem a partir do acúmulo de sedimentos em uma depressão, e não por ação do intemperismo, mas são extremamente férteis, por possuírem muita matéria orgânica.
O principal problema ambiental relacionado ao solo é a erosão superficial ou desgaste, que ocorre em três fases: intemperismo, transporte e sedimentação.
Os fragmentos intemperizados da rocha estão livres para serem transportados pela água que escorre pela superfície (erosão hídrica) ou pelo vento (erosão eólica). No Brasil, o escoamento superficial da água é o principal agente erosivo e, sendo o horizonte a o primeiro a ser desgastado, a erosão acaba com a fertilidade natural do solo.
A intensidade da erosão hídrica está diretamente ligada à velocidade de escoamento superficial da água: quanto maior a velocidade de escoamento, maior a capacidade da água de transportar material em suspensão; quanto menor a velocidade, mais intensa a sedimentação. - A velocidade de escoamento depende da declividade do terreno e da densidade da cobertura vegetal. Em uma floresta a velocidade é baixa, pois a água encontra muitos obstáculos (raízes, troncos, folhas) à sua frente e, portanto, muita água se infiltra no solo. Em uma área desmatada, a velocidade de escoamento superficial é alta e a água transporta muito material em suspensão, o que intensifica a erosão e diminui a quantidade de água que se infiltra no solo.
Assim, para combater a erosão superficial, há dois caminhos: manter o solo recoberto por vegetação ou quebrar a velocidade de escoamento utilizando a técnica de cultivo em curvas de nível, seja seguindo as cotas altimétricas na hora da semeadura, seja plantando em terraços.
Para a conservação dos solos, deve-se evitar a prática das queimadas, que acabam com a matéria orgânica do horizonte A. Somente em casos especiais, na agricultura, deve-se utilizar essa prática para combater pragas ou doenças.
Um problema natural relacionado aos solos de clima tropical, sujeitos a grandes índices pluviométricos, é a erosão vertical, representada pela lixiviação e pela laterização. A água que se infiltra no solo escoa através dos poros, como em uma esponja, e vai, literalmente, levando os sais minerais hidrossolúveis (sódio, potássio, cálcio, etc.), o que retira a fertilidade do solo. Essa “lavagem” chama-se lixiviação. Paralelamente a esse processo, ocorre a laterização ou surgimento de uma crosta ferruginosa, a laterita – popularmente chamada de canga no interior do Brasil - , que em certos casos chega a impedir a penetração das raízes no solo.
ESTRUTURA GEOLÓGICA, RELEVO E SOLO
- A história geológica da Terra iniciou-se há aproximadamente 4,5 bilhões de anos, na era Pré-Cambriana. A partir do resfriamento superficial do magma, consolidaram-se as primeiras rochas, por isso chamadas magmáticas ou igneas (do radical latino ignis, que da idéia de fogo).
- A cristalização dos minerais e as transformações da estrutura molecular das rochas deram origem a estruturas geológicas compostas de rochas magmáticas, as quais denominamos escudos cristalinos. Formou-se, assim, a litosfera (do radical grego litbos, que significa pedra ou rocha ou crosta terrestre primitiva).
- A liberação de gases decorrente do resfriamento originou a atmosfera, responsável pela ocorrência das chuvas e pela formação de lagos e mares nas depressões preenchidas pela água. Assim, iniciou-se a ação do intemperismo ou decomposição química das rochas, processo responsável pela formação dos solos e consequente início da erosão.
- As partículas minerais que compõem os solos transportadas pela água, dirigem-se aos lagos e mares, onde a pequena velocidade de escoamento da água possibilita a sedimentação. Ao longo de milhões ou mesmo bilhões de anos, essas depressões foram preenchidas com sedimentos, constituindo as bacias sedimentares, áreas relativamente planas, independentes da altitude. Nessas bacias, são encontradas rochas formadas pela compactação física e química de partículas minerais, denominadas rochas sedimentares.
- Tectônica de placas
Atualmente, a crosta terrestre é constituída por cerca de doze placas tectônicas, que ficam literalmente boiando em cima do magma pastoso. Há milhões de anos, quando se iniciou sua movimentação, devia haver menos placas. Ao moverem-se em vários sentidos, pelo fato de o planeta ser esférico, as placas acabaram se encontrando em determinados pontos da crosta e dando origem aos dobramentos modernos, aos terremotos, etc.
- A palavra tectônica deriva do radical grego tektoniké “ arte de construir”. Assim, ao se movimentarem sobre o magma, desde o final da era Mesozóica, as placas acabaram por se “chocar” em certos pontos, o que determinou, ao longo de milhares de anos, alterações no relevo.
- Na faixa de contato entre as placas, seja na zona de formação, em geral nas dorsais oceânicas, ou de destruição, em geral no contato do oceano com o continente, a crosta é frágil, o que permite o escape de magma, originando os vulcões e, em função do atrito, há ocorrência de abalos sísmicos.
- As placas oceânicas (sima) são pesadas e densas e, tendem a mergulhar sob as placas continentais (sial). Esse fenômeno, conhecido como subducção, dá origem às fossas marinhas ou regiões abissais e ocorre onde há o encontro das placas.
- Quando a placa oceânica mergulha em direção ao manto, é destruída. Já a placa continental, com a pressão exercida pela placa oceânica que é justamente nessas porções mais sensíveis da crosta onde ocorrem, desde pelo menos a era Mesozóica, os movimentos orogenéticos (do grego oros, que quer dizer “montanha”). É onde surgiram as grandes cadeias montanhosas do planeta, formadas pelo enrugamento, pelo soerguimento ou pelo dobramento de extensas porções da crosta.
- Como esse fenômeno é relativamente recente na história do planeta (ocorreu no fim da era Mesozóica e início da Cenozóica, no período Terciário), convencionou-se denominá-lo de dobramento moderno. Assim, as cadeias dobradas recentemente, como os Andes, o Himaláia, as Rochosas, os Alpes, etc., apresentam elevadas altitudes e forte instabilidade tectônica. Por serem relativamente recentes, acham-se pouco desgastadas e, como ainda estão em construção, tornam-se sujeitas à ação de terremotos e vulcões.
- Podemos concluir que, quanto à origem, existem três tipos principais de províncias geológicas no planeta: escudos cristalinos, bacias sedimentares e dobramentos modernos.
Os escudos pré-cambrianos apresentam disponibilidade de minerais metálicos (ferro, manganês, ouro, bauxita, etc.), sendo, por isso, bastante explorados economicamente. Já nos escudos paleozóicos encontram-se minerais não-metálicos (cimento, gesso, etc.). Nos dobramentos modernos, o terreno soerguido pelo movimento das placas pode conter qualquer tipo de minério. As bacias sedimentares são depressões do terreno, preenchidas por fragmentos minerais de rochas erodidas e por sedimentos orgânicos, que no tempo geológico podem transformar-se em combustíveis fósseis.
- No caso do soterramento de antigos ambientes aquáticos, ricos em plâncton, é possível encontrar petróleo. Já no caso do soterramento de antigas florestas, há a possibilidade de ocorrência de carvão mineral. As principais reservas petrolíferas e carboníferas do planeta datam, respectivamente, das eras Mesozóicas e Paleozóicas. Assim, as bacias sedimentares são importantes províncias onde podem ocorrer combustíveis fósseis de origem orgânica: petróleo, carvão mineral e xisto betuminoso.
- A estrutura geológica brasileira é constituída por bacias sedimentares (64%) e escudos cristalinos (36%). Por encontrar-se no meio da placa tectônica sul-americana, o Brasil não possui cadeias montanhosas ou dobramentos modernos. Os escudos cristalinos foram muito desgastados pela erosão, apresentando altitudes modestas e formas arredondadas.
Nosso país é muito rico em recursos minerais metálicos, principalmente nos 40% do território formados por escudos da era Proterozóica. Embora extensas, as bacias sedimentares continentais são pouco exploradas economicamente, apresentando pequena produção de petróleo. As bacias carboníferas do Sul do país, em estágios inferiores de transformação geológica, produzem carvão com menor valor energético que as bacias carboníferas do hemisfério norte. Na plataforma continental, a alguns quilômetros da costa, explora-se petróleo em quantidades significativas. Destaca-se a bacia de Campos, no litoral norte do estado do Rio de Janeiro, responsável por aproximadamente 60% da produção nacional, em 1994. Aliás, o Brasil dispõe de uma das mais avançadas tecnologias de exploração petrolífera em águas profundas, aprimorada justamente na bacia de Campos.
INFORMATIVO
Alunos do nono ano A e B
Estudem para o desafio
Conteúdo: Localização das Américas / Abordagem física e humana / Indicadores de desenvolvimento / EUA - Nação Poderosa / Mistura de povos e culturas / Maior economia do mundo
O CONTINENTE AMERICANO: RELEVO
- As altas cordilheiras do oeste;
- As planícies e as depressões do centro;
- Os planaltos e montanhas do leste.
A costa do Atlântico é constituída por planaltos e montanhas muito antigos, bastante desgastados pelos agentes erosivos (ventos, chuvas, temperaturas, rios etc.). Suas denominações locais são:
- Planalto Laurenciano (Canadá);
- Montes Apalaches (Estados Unidos);
- Planalto das Guianas e Planalto Brasileiro (América do Sul).
Na costa do Pacífico, predomina um relevo montanhoso jovem, pois sua formação é de idade geológica recente. Essa cadeia de montanhas estende-se por mais de 40 mil quilômetros, desde o Alasca até o extremo sul do Chile.
Suas denominações locais são:
- Montanhas Rochosas (Canadá e Estados Unidos);
- Serra Madre (México);
- Cordilheira dos Andes (América do Sul).
A população que ocupa a costa oeste está concentrada em áreas de altitudes inferiores, mas sujeita a vulcões ativos e a terremotos. Essa região do continente localiza-se na área de choque ou de separação de placas tectônicas.
Tanto na costa do Atlântico como na costa do Pacífico existem as chamadas planícies litorâneas ou costeiras, formadas pela deposição de sedimentos marinhos e fluviais.
Na região central do continente encontramos grandes planícies e depressões, como por exemplo:
- Planícies Centrais (América do Norte);
- As planícies e depressões da Amazônia;
- A Planície do Pantanal e a Depressão do Chaco (América do Sul).
HIDROGRAFIA
Os cursos dos rios do continente são agrupados em quatro vertentes:
- Ártico;
- Pacífico;
- Golfo do México;
- Atlântico.
As vertentes são formas de relevo de elevadas altitudes, onde estão as nascentes dos rios, indicando para onde vertem ou fluem as águas de uma determinada área.
VERTENTE DO ÁRTICO: Os rios dessa vertente permanecem congelados quase o ano todo devido ao frio polar.
Ex.: Rio Mackenzie (norte do Canadá).
VERTENTE DO GOLFO DO MÉXICO: Essa vertente forma a maior bacia hidrográfica da América do Norte. Os rios dessa vertente nascem nas terras altas das Montanhas Rochosas, a oeste, ou dos Montes Apalaches, a leste.
Ex.: Rio Mississipi e seus afluentes (Estados Unidos).
VERTENTE DO PACÍFICO: Essa vertente agrupa os rios que nascem nas montanhas do oeste e deságuam no Pacífico. Devido à proximidade do litoral, são rios curtos.
Ex.:Rio Yukon (Alasca), Rio Colorado (Estados Unidos), Rio Rimac (Peru).
VERTENTE DO ATLÂNTICO: Devido às vastas planícies, essa vertente se caracteriza pelas grandes bacias hidrográficas. Na América do Sul, os grandes rios da vertente atlântica nascem nas terras altas a oeste.
Ex.: Rio Orinoco (Venezuela), Rio Amazonas.
Os rios e lagos da América são aproveitados pela população de maneira muito diversificada:
- Produção de energia;
- Pesca;
- Irrigação;
- Navegação;
- Abastecimento de água;
- Lazer.

